Sunday, February 2, 2020

Epocler ou Engov – Qual Tomar?

Quando uma dor ou outro tipo de incômodo surge, como a ressaca, é normal ter que decidir se você irá tomar Epocler ou Engov. Pensando nisso, no artigo de hoje, a gente resolveu abordar algumas questões que podem te ajudar na hora de tomar a decisão de escolher entre um e outro.

Já adiantamos que uma semelhança entre os dois é que ambos podem ser a alternativa buscada por quem sofre com uma ressaca. Mas aqui você encontra o que é bom para ressaca realmente.

A finalidade dos medicamentos

O primeiro ponto que vamos destacar para tentar te ajudar a escolher entre Epocler ou Engov é a qual finalidade cada um deles se destina. Assim, você pode determinar qual deles pode suprir melhor as suas necessidades.

Pois bem, Epocler (citrato de colina + betaína monoidratada + racemetionina) é apresentado como um remédio composto por três aminoácidos que é indicado para o tratamento de distúrbios metabólicos hepáticos, ou seja, referentes ao fígado.

O medicamento atua principalmente evitando o acúmulo de gordura no fígado e auxiliando a remover restos metabólicos e outras toxinas. Ele começa a fazer efeito aproximadamente uma hora depois da ingestão.

Do outro lado temos o Engov (maleato de mepiramina + hidróxido de alumínio + ácido acetilsalicílico + cafeína), cuja indicação refere-se ao alívio dos sintomas de dores de cabeça e alergias. Aproveite que está aqui para conhecer outros remédios para dor de cabeça.

O produto é descrito como um analgésico, cujo tempo de início de ação varia de acordo com o histórico de cada paciente. Por exemplo: no caso das cefaleias (um tipo de dor de cabeça), o efeito esperado do medicamento aparece em 60 minutos.

Os efeitos colaterais de Epocler e Engov

Não gosta de sofrer reações adversas ao tomar um medicamento? Então conhecer os efeitos colaterais que os remedinhos podem provocar é algo útil na hora de escolher entre Epocler ou Engov.

Pois bem, as reações adversas de Epocler são descritas como raras, ou seja, atingem entre 0,01% e 0,1% dos usuários e podem incluir: coceira; dor de cabeça; distúrbios gástricos como náuseas e pirose (azia).

Engov é considerado seguro quando usado nas doses recomendadas, porém, um de seus componentes, a cafeína, pode causar insônia, agitação e excitação como sintomas iniciais, que podem progredir até leve delírio, zumbidos, tremor e tensão muscular, taquicardia e respiração acelerada.

Outra de suas substâncias é o maleato de mepiramina, que pode provocar a sedação. Engov também é composto por ácido acetilsalicílico e hidróxido de alumínio que em dosagens elevadas podem provocar, respectivamente, necrose papilar renal e constipação intestinal (prisão de ventre), especialmente em pacientes que sofrem com problemas renais agudos.

Ao experimentar qualquer um desses efeitos colaterais ou qualquer outro tipo de reação adversa ao usar Epocler ou Engov procure rapidamente o auxílio médico, mesmo se não imaginar se tratar de um problema tão grave assim.

Isso é necessário para identificar a real seriedade do sintoma em questão, receber o tratamento apropriado e saber se pode continuar ou não a fazer uso do medicamento.

As contraindicações e os cuidados que se deve ter Epocler e Engov

Essas informações também é essencial para escolher o medicamento a ser utilizado porque no caso de um deles ser contraindicado para você, a possibilidade de utilizá-lo já poderá ser descartada.

Segundo a bula do medicamento, Epocler não pode ser utilizado por:

  • Pessoas com hipersensibilidade a qualquer dos componentes da sua fórmula;
  • Pessoas que sofrem com doenças graves no fígado como a cirrose hepática em decorrência do consumo de bebidas alcoólicas;
  • Pessoas com menos de 12 anos de idade.

O documento também alerta que Epocler não pode ser consumido em jejum, pois há o risco de que isso resulte em problemas gástricos.

As mulheres grávidas e aquelas que amamentam não podem usar o remédio sem antes consultar o médico e ambas precisam informar ao médico a respeito da ocorrência da gestação ou amamentação durante ou após a finalização do tratamento com o medicamento.

Agora sobre Engov: a bula do remédio afirma que ele é contraindicado para:

  • Pessoas com histórico de hipersensibilidade a qualquer um dos componentes da sua formulação;
  • Pessoas com histórico de alcoolismo crônico;
  • Uso simultâneo a outras substâncias que deprimem o sistema nervoso central;
  • Uso simultâneo a bebidas alcoólicas;
  • Pessoas que sofrem com úlcera gastroduodenal;
  • Mulheres grávidas;
  • Pessoas com suspeita de dengue ou que já tiveram a doença diagnosticada;
  • Menores de 12 anos de idade.

A utilização do medicamento exige cautela em pacientes que têm a função renal comprometida e em pacientes com diabetes, pois ele contém açúcar em sua composição, avisa a bula. O documento também alerta que o remédio é composto por um corante amarelo que pode causar reações alérgicas como a asma brônquica em quem sofre com alergia ao ácido acetilsalicílico.

As mulheres que amamentam devem consultar o médico antes de tomar Engov porque ele pode ser excretado no leite materno. A bula adverte ainda que o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas durante o tratamento, uma vez que a sua habilidade pode estar afetada.

O documento também destaca que Engov pode causar doping e fazer mal ao ser usado ao mesmo tempo em que certos medicamentos. Portanto, se você faz uso de qualquer remédio, suplemento ou planta, consulte o médico para saber se não pode ser prejudicial incluir o uso de Engov.  

A melhor maneira de tomar a decisão

É consultar o médico antes de fazer a escolha entre Epocler ou Engov, contando a ele qual problema você deseja sanar com um dos remedinhos. O profissional é qualificado para analisar o seu caso e a formulação de ambos para determinar qual é mais indicado e seguro para o seu caso, assim como para definir em que dosagem e por quanto tempo você deve tomar o remédio escolhido.

E se o problema não for resolvido?

Caso depois de escolher entre Epocler ou Engov, você perceber que o problema não melhorou ou que o mesmo retornou, procure o médico e informe-o a respeito disso, sem esquecer de contar ao profissional qual remedinho você escolheu usar para lidar com o sintoma em questão.

Isso é importante para que o médico analise o seu caso, determine qual pode ser a real causa do problema e indique um tratamento verdadeiramente eficaz para o seu caso.

Atenção: este artigo serve unicamente para informar e jamais pode substituir a consulta ao médico e a leitura da bula em sua íntegra, que devem ocorrer antes de iniciar o uso de qualquer tipo de medicamento, o que inclui Epocler e Engov.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já sabia qual o melhor entre o epocler ou engov? Qual é melhor para você? Comente abaixo!

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Abacate é Bom para Pressão Alta?

Antes de descobrir se o abacate é bom para pressão alta, você precisa saber que o abacate é uma reconhecida fonte de gorduras do bem, também conhecido como um alimento nutritivo e saudável. E é por isso que nos perguntamos se isso envolve benefícios em relação à pressão arterial.

Depois que descobrir se o abacate pode ser uma boa adição na dieta de quem sofre com a hipertensão, a gente recomenda que você conheça esta lista com outros alimentos para pressão alta.

Os nutrientes do abacate

Além das gorduras saudáveis previamente mencionadas, a fruta também fornecer diversos outros nutrientes importantes para o funcionamento do nosso organismo como potássio, vitamina B5, vitamina B6, vitamina B9, vitamina C, vitamina E e vitamina K.

O abacate é composto ainda por quantidades pequenas de magnésio, manganês, cobre, ferro, zinco, fósforo, vitamina A, vitamina B1 e vitamina B3. As informações são do pesquisador da área de nutrição Kris Gunnars, em artigo publicado no site Healthline.

Sobre a pressão alta

A pressão arterial é determinada tanto pela quantidade de sangue que o coração bombeia quanto pela resistência ao fluxo sanguíneo nas artérias. Quanto mais sangue o coração bombear e quanto mais estreitas forem as artérias, maior será o nível de pressão arterial.

Com isso, um quadro de hipertensão é desenvolvido quando a força do sangue contra as paredes arteriais é elevada o suficiente para provocar problemas de saúde.

A pressão alta é descrita como uma doença silenciosa. Isso porque ela não costuma provocar sintomas – ainda que possam surgir sinais como dores de cabeça, dificuldade em respirar e hemorragia nasal, eles não são específicos da condição e geralmente não aparecem até que ela tenha atingido um nível perigoso.

Ela exige a nossa atenção porque um quadro descontrolado de hipertensão pode causar uma série de complicações graves como: ataque cardíaco, acidente vascular cerebral (AVC), aneurisma, insuficiência do coração, síndrome metabólica, dificuldade de memória ou compreensão e demência.

Outras complicações de uma pressão alta não tratada incluem o enfraquecimento e estreitamento de vasos sanguíneos nos rins, o que evita que o órgão funcione apropriadamente, e o espessamento, estreitamento ou rompimento de vasos sanguíneos nos olhos, o que pode resultar na perda de visão.

Ou seja, não é à toa que quando vamos a uma consulta médica, a nossa pressão arterial é sempre conferida. E não é a troco de nada que uma vez que a hipertensão é diagnosticada, o tratamento recomendado pelo médico precisa ser seguido direitinho.

E então, será que o abacate é bom para pressão alta?

Uma vez que estamos mais familiarizados tanto com a fruta quanto com a doença, podemos abordar especificamente essa ideia de que o abacate é bom para pressão alta e que o abacate baixa pressão.

Pois bem, uma vantagem do abacate para a dieta de quem sofre com a pressão alta é que o alimento serve como fonte de potássio, um mineral que pode auxiliar a diminuir a pressão arterial. Por aqui você encontra uma lista com outros alimentos com potássio.

Uma dieta rica em potássio auxilia a contrabalançar alguns dos efeitos negativos do sódio em relação à pressão arterial. O excesso de sódio está associado à pressão alta.

Conforme a Associação Americana do Coração, quanto mais potássio uma pessoa consome, mais sódio ela perde por meio da urina. Mas não é somente isso: o potássio também colabora com a diminuição da tensão nas paredes dos vasos sanguíneos, o que ajuda a reduzir a pressão arterial, completou a organização.

Aumentar a ingestão de potássio na dieta é recomendável para os pacientes adultos com pressão arterial acima os 12×8 que não apresentam outros problemas de saúde, apontou a instituição. Entretanto, o potássio pode ser perigoso para os pacientes que sofrem com doenças nos rins ou para aqueles que fazem o uso de determinados medicamentos, avisou a Associação Americana do Coração.

Com isso, o ideal mesmo é seguir o conselho da organização e tomar a decisão de consumir quantidades extras de potássio somente depois de consultar o médico a respeito disso e com base nas dosagens recomendadas por ele, para não correr o risco de prejudicar a saúde devido ao excesso de potássio.

As gorduras saudáveis

Uma pesquisa avaliou os efeitos de diferentes tipos de gorduras na pressão arterial de pessoas saudáveis, e concluiu que mudar as proporções do consumo de gordura alimentar ao diminuir as gorduras saturadas e aumentar as gorduras monoinsaturadas na dieta reduziu a pressão arterial diastólica.

Esclarcemos que a pressão sistólica é a que aparece primeiro na medida da pressão arterial enquanto a pressão diastólica é a que aparece na sequência na leitura.

Para chegar a esse resultado os pesquisadores separaram aleatoriamente 162 participantes em dois grupos: um seguiu uma dieta rica em ácidos graxos monoinsaturados, enquanto o outro se alimento por uma dieta rica em ácidos graxos saturados. Depois cada grupo também foi aleatoriamente selecionado para consumir suplemento de óleo de peixe ou um placebo (substância neutra, sem efeitos).

“Interessantemente, o efeito benéfico na pressão arterial induzido pela qualidade da gordura foi negado por uma ingestão total elevada de gorduras. A adição dos ácidos graxos n-3 (suplemento de óleo de peixe) na dieta não teve efeito significativo na pressão arterial”, completaram os autores do estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition (Jornal Americano de Nutrição Clínica, tradução livre).

Mas onde o abacate entra nessa história? Bem, de acordo com o pesquisador da área de nutrição Kris Gunnars, em seu artigo publicado, a maioria das gorduras encontradas na composição do abacate correspondem ao ácido oleico, que é um ácido graxo monoinsaturado.

Uma xícara de fatias de abacate apresenta um total de 21 gramas de gorduras, dos quais 14,3 correspondem às gorduras monoinsaturadas, em torno de 3 gramas são de gorduras polinsaturadas e aproximadamente 3 gramas são de gorduras saturadas.

As calorias

Entretanto, é necessário tomar cuidado com as porções de abacate porque o alimento é calórico. Uma da fruta unidade tem 322 calorias.

Portanto, um excesso no consumo do abacate pode favorecer o aumento do peso, principalmente se isso estiver atrelado a uma dieta de baixa qualidade, com muitas açúcares, calorias e gorduras ruins.

O sobrepeso e a obesidade são fatores de risco para o desenvolvimento da hipertensão porque quanto mais uma pessoa pesa, mais sangue ela necessita para fornecer nutrientes e oxigênio aos tecidos do corpo.

Com isso, conforme o volume de sangue que circula entre os vasos sanguíneos aumenta, a pressão arterial nas paredes arteriais também é elevada, completou a organização.

Não é à toa que das recomendações que o médico pode dar ao seu paciente como parte do tratamento contra a hipertensão é justamente a manutenção de um peso saudável ou a perda de peso, caso a pessoa tenha sobrepeso ou obesidade.

Em suma

Não podemos afirmar que o abacate cura a pressão alta, embora ele possa ser uma adição benéfica para quem sofre com a hipertensão, desde que não seja consumido em quantidades exageradas.

Se você foi diagnosticado com a doença, obedeça a todas as instruções passadas pelo seu médico em relação ao tratamento e a dieta indicados para o seu quadro da condição e questione-o a respeito de como deve ser o seu consumo de abacate, de modo que não atrapalhe o controle da sua pressão arterial.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já sabia se abacate é bom para pressão alta? Conhece alguém que possa confirmar? Comente abaixo!

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7 Receitas de Suflê de Chocolate Fit, Light e Low Carb

As receitas de suflê de chocolate fit são uma excelente opção se você não resiste a um docinho depois do almoço ou no final de semana e está lutando contra a balança para perder peso. No artigo de hoje, a gente vai trazer algumas dessas receitas de suflê de chocolate fit para você.

Com elas você pode matar a vontade de comer algo doce sem prejudicar tanto o seu processo de emagrecimento e sem sofrer tanto com a culpa. Isso se manter a moderação, logicamente.

Para diversificar a sua dieta, depois que terminar de ler este artigo, não deixe de conhecer essas outras receitas de doce fit.

7 receitas de suflê de chocolate fit, light e low carb

1. Suflê de chocolate low carb

Ingredientes:

  • 200 g de chocolate 70% cacau;
  • 4 colheres de sopa de manteiga sem sal em temperatura ambiente + um pouco de manteiga para untar;
  • ½ xícara de adoçante xilitol + um pouco de adoçante para salpicar;
  • 3 gemas de ovos;
  • 5 claras de ovos.

Modo de preparo:

  1. Preaquecer o forno em 180º C;
  2. Untar potinhos pequenos ou individuais que possam ir ao forno com manteiga e salpicar o adoçante. Levar ao refrigerador por alguns minutinhos;
  3. Derreter o chocolate em banho-maria ou no micro-ondas;
  4. Na sequência, adicionar a manteiga em temperatura ambiente e as gemas de ovos. Misturar com o chocolate derretido até obter um creme. Retirar os potinhos da geladeira e reservar;
  5. Separadamente bater as claras de ovos em neve com o adoçante até formar picos;
  6. Misturar bem uma pequena porção das claras de ovos em neve com o creme de chocolate delicadamente;
  7. Então, adicionar o creme de chocolate no restante das claras em neve novamente com delicadeza para não perder volume;
  8. Dividir a massa obtida entre os potinhos e levar ao forno para assar durante 15 minutos a 20 minutos – o ponto ideal do suflê não é muito mole, ao mesmo tempo em que ele também não deve virar um bolo;
  9. Uma vez assado, desligar o forno, esperar esfriar e servir-se imediatamente, para que o sabor intenso e a textura macia e cremosa sejam mantidos.

2. Suflê de chocolate sem farinha de trigo

Ingredientes:

  • 200 g (1 ¼ xícaras de chá) de chocolate meio amargo;
  • 50 g de manteiga sem sal + um pouco para untar;
  • 100 ml de leite;
  • 1 pitada de sal;
  • 80 g (½ xícara de chá + 2 colheres de sopa) de açúcar mascavo;
  • 3 gemas;
  • 50 g (½ xícara de chá + 1 colher de sopa) de cacau em pó peneirado;
  • 6 claras;
  • 80 g (½ xícara de chá) de adoçante xilitol.

Modo de preparo:

  1. Preaquecer o forno em 200º C e untar potinhos individuais próprios para ir ao forno com manteiga;
  2. Adicionar o chocolate meio amargo, a manteiga, o sal, o leite e o açúcar mascavo em uma tigela em banho-maria e mexer até obter uma substância homogênea;
  3. Apagar o fogo e adicionar as três gemas – uma de cada vez, mexendo a cada gema acrescentada. Colocar também o cacau em pó peneirado e misturar outra vez. Reservar;
  4. Colocar três claras na batedeira, bater na potência baixa e ir adicionando aos poucos o xilitol. Bater até atingir o ponto de neve;
  5. Novamente aos pouquinhos, acrescentar as claras de neve no creme de chocolate e mexer levemente do fundo para cima;
  6. Dividir a massa obtida igualmente entre os potinhos individuais próprios para ir ao forno já untados;
  7. Levar ao forno preaquecido para assar durante aproximadamente 15 minutos – em potinhos de porcelana grossa o tempo deve ser de 16 minutos, já nos potinhos de alumínio o tempo é de 18 minutos;
  8. Depois de assado, desligar o forno, esperar dar uma esfriadinha e servir.

3. Suflê de chocolate light

Ingredientes:

  • 250 g de chocolate meio amargo 75% cacau;
  • 5 gemas de ovo;
  • 100 g de creme de leite;
  • 20 ml de leite;
  • Manteiga sem sal para untar.

Modo de preparo:

  1. Preaquecer o forno em 165º C e untar forminhas individuais próprias para ir ao forno com manteiga;
  2. Derreter o chocolate no micro-ondas;
  3. Adicionar o creme de leite e o leite. Misturar bem, de modo que os ingredientes sejam bem integrados;
  4. Ainda mexendo, acrescentar as gemas de ovos e misturar bem;
  5. Distribuir a massa em forminhas individuais próprias para ir ao forno e levar para assar ao longo de 20 minutos;
  6. Passado esse tempo, checar se o suflê está pronto e, caso esteja, desligar o fogo, esperar dar uma esfriada, desenformar o doce e servir-se.

4. Suflê de chocolate fit com 2 ingredientes

Ingredientes:

  • 2 ovos;
  • ½ xícara de chocolate 70% cacau.

Modo de preparo:

  1. Preaquecer o forno em 190º C;
  2. Derreter o chocolate no micro-ondas;
  3. Juntar as gemas dos ovos no chocolate derretido e misturar bem;
  4. Bater as claras do ovo em neve;
  5. Despejar a mistura de chocolate e gemas nas claras batidas em neve e misturar novamente;
  6. Levar ao forno preaquecido para assar ao longo de 15 minutos. Quando o suflê tiver terminado de assar, desligar o fogo, esperar esfriar e servir-se.

O passo a passo também pode ser conferido no vídeo a seguir:

5. Suflê de chocolate com farinha de amêndoas

Ingredientes:

  • 2 claras;
  • 1 gema;
  • 30 g de manteiga de cacau (ou chocolate zero açúcar);
  • ½ xícara de leite de coco;
  • 1 colher de sopa de cacau em pó;
  • 5 colheres de sopa de adoçante culinário;
  • 3 colheres de sopa de farinha de amêndoas;
  • 1 colher de chá de fermento em pó;
  • Óleo de coco para untar.

Modo de preparo:

  1. Preaquecer o forno em 250º C e untar potinhos individuais próprios para ir ao forno com o óleo de coco;
  2. Levar a manteiga de cacau, o leite de coco, o cacau em pó e o adoçante em uma panela ou fogo bem baixo e misturar até ficar homogêneo. Desligar o fogo e reservar;
  3. Bater as claras em neve na batedeira. Adicionar a gema e, na sequência, acrescentar a mistura do passo 2 enquanto ainda bate as claras;
  4. Parar de bater e misturar a farinha de amêndoas e o fermento delicadamente à massa;
  5. Dividir a massa igualmente nos potinhos untados e levar ao forno passar assar durante aproximadamente 15 minutos;
  6. Uma vez que estiver pronto, esperar esfriar um pouco e servir.

6. Suflê de chocolate low carb com poucos ingredientes

Ingredientes:

  • 6 claras de ovos frescas;
  • 3 gemas de ovos frescas;
  • 1/3 de xícara de adoçante culinário – preferencialmente o xilitol;
  • 140 g de chocolate 70% cacau;
  • Manteiga ou óleo de coco para untar.

Modo de preparo:

  1. Preaquecer o forno e untar forminhas individuais próprias para ir ao forno com a manteiga;
  2. Bater as claras em neve com o auxílio da batedeira, salpicando aos pouquinhos o adoçante culinário até obter um merengue de pico firme;
  3. Derreter o chocolate no banho-maria ou no micro-ondas e misturar bem as gemas uma a uma com o chocolate derretido já fora do fogo, até adquirir uma pasta;
  4. Adicionar 1/3 do merengue na mistura de chocolate e misturar bem e vigorosamente;
  5. Acrescentar o restante, porém, misturar devagarzinho desta vez, incorporando do fundo para cima;
  6. Distribuir a massa obtida nas forminhas individuais e levar ao forno para assar ao longo de 20 minutos ou até o suflê crescer;
  7. Depois de que estiver pronto, desligar o fogo, esperar dar uma esfriadinha e servir-se.

O passo a passo também está disponível no vídeo a seguir:

7. Suflê de chocolate com biomassa de banana verde e alfarroba

Ingredientes:

  • 1 colher de biomassa de banana verde;
  • ½ colher de chá de adoçante culinário;
  • 1 xícara de chá de leite desnatado;
  • 2 claras de ovos;
  • 1 colher de café de alfarroba em pó;
  • 2 colheres de chá de alfarroba em barra picada;
  • 1 colher de café de manteiga;
  • 1 colher de café de essência de baunilha;
  • Óleo de coco para untar.

Modo de preparo:

  1. Preaquecer o forno em fogo médio e untar duas forminhas individuais próprias para ir ao forno com o óleo de coco;
  2. Levar uma panela ao fogo baixo e adicionar o leite desnatado, a essência de baunilha e a alfarroba picada. Mexer até a alfarroba derreter e desligar o fogo;
  3. Acrescentar a biomassa, mexer até virar um creme e reservar;
  4. Bater as claras em neve em outra tigela, acrescentando o adoçante aos poucos;
  5. Juntar o conteúdo da panela com as claras batidas em neve e misturar delicadamente com o auxílio de uma espátula de silicone, tomando cuidado para não quebrar a neve;
  6. Dividir a massa entre as duas forminhas e levar ao forno para assar ao longo de 10 minutos;
  7. Assim que estiver pronto, desligar o fogo, esperar esfriar e retirar as forminhas do forno. Antes de servir salpicar a alfarroba em pó por cima.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já conhecia essas 7 receitas de suflê de chocolate fit, light e low carb? Pretende fazer alguma em casa? Comente abaixo!

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10 Receitas de Vitamina com Gengibre

Ao mesmo tempo em que pode funcionar como uma maneira prática de consumir ingredientes saudáveis, as receitas de vitamina com gengibre, batidas no liquidificador, servem como uma maneira saborosa de fazer isso.

Você sabia que essa especiaria originária da China é conhecida por poder auxiliar o tratamento da náusea e da indigestão e por possuir em sua composição o gingerol, uma substância apresentada como dotada de propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes?

Se você é daqueles que não recusa uma sopinha para os dias mais frios, depois de conferir as receitas de vitamina, não deixe de conferir estas receitas de sopa de gengibre.

10 receitas de vitamina com gengibre

1. Vitamina de banana com gengibre

Ingredientes:

  • 1 banana madura;
  • 1 colher de chá de gengibre descascado e ralado;
  • 250 ml de leite – pode ser o de vaca ou leite de coco, leite de soja ou leite de amêndoas.

Modo de preparo:

  1. Descascar e cortar a banana em rodelas;
  2. Juntar todos os ingredientes no liquidificador e bater até adquirir a consistência desejada. Servir-se imediatamente.

2. Vitamina de banana com aveia e gengibre

Ingredientes:

  • 2 bananas maduras;
  • 325 ml de leite de aveia;
  • ½ colher de aveia em flocos;
  • ½ rodela de gengibre fresco descascado.

Modo de preparo:

  1. Descascar e cortar as bananas em rodelas;
  2. Juntá-las com os outros ingredientes no liquidificador e bater bem. Servir-se imediatamente.

3. Vitamina de iogurte com cenoura e gengibre

Ingredientes:

  • ½ xícara de chá de suco de cenoura ralada;
  • 2 potes de iogurte integral;
  • 1 colher de chá de gengibre descascado e ralado;
  • 1 colher de sopa de mel;
  • Pedrinhas de gelo a gosto.

Modo de preparo:

  1. Juntar todos os ingredientes no liquidificador;
  2. Bater bem até adquirir a consistência desejada e servir-se imediatamente.

4. Vitamina de kiwi com banana e gengibre

Ingredientes:

  • 1 banana congelada;
  • 160 g de iogurte natural desnatado;
  • 1 kiwi;
  • ½ colher de sopa de suco de limão;
  • 1 fatia fina de gengibre ralado e descascado.

Modo de preparo:

  1. Retirar a banana do congelador cinco minutos antes de começar o preparo da receita;
  2. Descascar, lavar e picar o kiwi;
  3. Juntar todos os ingredientes no liquidificador e bater bem. Servir-se imediatamente.

5. Vitamina de açaí com gengibre

Ingredientes:

  • 1 polpa de açaí congelada;
  • 1 copo de leite de vaca ou do leite vegetal da sua preferência (aprenda aqui como fazer o seu próprio leite vegetal);
  • Lascas de gengibre descascado a gosto (sem exagerar).

Modo de preparo:

  1. Levar todos os ingredientes ao liquidificador;
  2. Bater bem até adquirir a consistência desejada, transferir a vitamina para um copo e servir-se imediatamente.

6. Vitamina de abacate com banana e gengibre

Ingredientes:

  • 1 abacate;
  • 1 banana;
  • 100 ml de água de coco;
  • ½ colher de café de gengibre fresco descascado.

Modo de preparo:

  1. Descascar a banana, cortar em rodelas e reservar. Em seguida, descascar o abacate, descartar o seu caroço e reservar a polpa;
  2. Juntar os ingredientes no liquidificador, colocando a água de coco por último;
  3. Bater tudo até adquirir uma bebida de textura homogênea, sem grumos. Servir-se imediatamente.

7. Vitamina de abacaxi com gengibre e hortelã

Ingredientes:

  • ½ xícara de abacaxi picado;
  • 2 colheres de sopa de leite em pó;
  • 1 fatia fina de gengibre descascado;
  • 5 folhas de hortelã;
  • 1 xícara de chá de água.

Modo de preparo:

  1. Juntar todos os ingredientes no liquidificador;
  2. Bater bem até adquirir uma bebida homogênea com a consistência desejada e servir-se imediatamente.

8. Vitamina de maçã com chia e gengibre

Ingredientes:

  • 1 colher de chá de sementes de chia;
  • 1 colher de chá de gengibre ralado e descascado;
  • 1 maçã;
  • 1 potinho de iogurte natural desnatado;
  • Mel a gosto.

Modo de preparo:

  1. Lavar bem a maçã e cortá-la em pedaços;
  2. Juntar todos os ingredientes no liquidificador e bater bem até adquirir a consistência da sua preferência. Servir-se imediatamente.

9. Vitamina de morango com gengibre

Ingredientes:

  • 1 xícara de morangos;
  • 250 ml de leite de vaca ou do leite vegetal da sua preferência;
  • ½ colher de chá de gengibre descascado e ralado.

Modo de preparo:

  1. Lavar bem os morangos e cortá-los pelas metades;
  2. Transferir para o liquidificador, adicionar o restante dos ingredientes e bater bem até adquirir uma bebida homogênea. Servir-se imediatamente.

10. Vitamina de mamão com gengibre e hortelã.

Ingredientes:

  • 1 ½ xícaras de mamão em pedaços;
  • 1 xícara de cubos de gelo;
  • ½ xícara de iogurte natural;
  • 1 colher de chá de gengibre fresco, descascado e picado;
  • 1 colher de sopa de mel;
  • Suco de ½ limão;
  • 8 folhinhas frescas de hortelã.

Modo de preparo:

  1. Colocar todos os ingredientes no liquidificador;
  2. Bater bem até adquirir a consistência de sua preferência e servir-se imediatamente.

Cuidados com o gengibre

Agora que já aprendemos como fazer uma série de receitas de vitamina com gengibre, vale a pena conhecer alguns efeitos colaterais, contraindicações e cuidados necessários associados ao uso da especiaria.

Algumas pessoas podem apresentar reações adversas leves como azia, diarreia e desconforto estomacal ao usar o gengibre. Além disso, algumas mulheres já relataram terem experimentado um sangramento menstrual adicional enquanto utilizavam a especiaria.

O uso do ingrediente durante uma gestação é controverso: existe alguma preocupação de que a especiaria possa afetar os hormônios sexuais e aumentar as chances de ter um neném natimorto (nascido morto). Como se não bastasse, existe o relato de um aborto na 12ª semana de gravidez de uma mulher que utilizou o gengibre para lidar com o enjoo matinal. 

Por outro lado, a maioria dos estudos conduzidos em gestantes sugeriu que o gengibre pode ser utilizado para tratar o enjoo matinal sem prejudicar o bebê. Acredita-se que o risco de maiores malformações nos bebês de mulheres que fazem uso do gengibre não seja maior do que a taxa usual de 1% a 3%. Aparentemente também não há um risco maior de parto prematuro ou baixo peso do neném ao nascer.

No entanto, como há uma preocupação de que a especiaria possa aumentar o risco de sangramento, alguns especialistas advertem que a mulher não deve utilizá-la próximo da data do parto. Em frente a toda essa controvérsia, o ideal mesmo é que a grávida consulte o seu médico para saber se pode ou não utilizar o gengibre.

Como não se tem uma quantidade suficiente de informações confiáveis a respeito do uso do ingrediente durante a amamentação, a recomendação para as mulheres que se encontram na fase do aleitamento dos seus nenéns é que ajam com segurança e evitem a especiaria.

É importante saber ainda que doses elevadas de gengibre podem agravar algumas condições cardíacas. Além disso, os pacientes diabéticos precisam ter cuidado com o ingrediente porque ele pode aumentar os níveis de insulina e/ou diminuir as taxas de açúcar no sangue.

Como quem tem a doença geralmente já segue um tratamento com foco nesses efeitos, os medicamentos para lidar com a condição podem precisar ser ajustados pelo médico quando o paciente estiver utilizando a especiaria. Caso você sofra com a diabetes, converse com o seu médico antes de começar a fazer uso do gengibre.

É necessário ter cautela ao consumir o gengibre ao mesmo tempo em que faz uso de medicamentos que desaceleram a coagulação sanguínea, o que inclui os anticoagulantes, já que pode haver uma interação moderada entre eles.

Como o gengibre pode desacelerar a coagulação sanguínea, combiná-lo com remédios que promovem esse mesmo efeito pode aumentar as chances de que apareçam hematomas e sangramento.

O uso da especiaria também exige cuidados por parte das pessoas que já sofrem com distúrbios hemorrágicos porque ela pode aumentar o risco de sangramento.

Quem tem uma cirurgia pela frente também precisa consultar o médico responsável pelo procedimento antes de acrescentar o ingrediente ou qualquer outra substância com propriedades afinadoras do sangue na dieta.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já conhecia essas 10 receitas de vitamina com gengibre? Pretende fazer alguma em casa? Comente abaixo!

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A Dieta do Sylvester Stallone

Quem não conhece Sylvester Stallone? Afinal, ele é um dos grandes astros de Hollywood, bastante famoso pelas franquias “Rocky”, “Rambo”, “Creed” e “Os Mercenários”.

Embora ele tenha ganhado o Globo de Ouro de melhor ator coadjuvante em 2016 por “Creed”, não é somente a performance de Stallone nas telonas que impressiona. Desde sempre o americano também impressionou pelo seu porte físico, tanto que não aparenta ter os 73 anos que possui.

Com isso, não é de se espantar que o americano seja o protagonista de várias cenas de filme que inspiram a gente a malhar.

Para dar conta disso tudo e participar de tantos filmes de ação, certamente a alimentação exerceu um papel relevante na rotina de Stallone. Mas como será que funcionaram e funcionam as refeições deste ator de Hollywood?

A dieta de Sylvester Stallone

Se você ficou impressionado com o americano no filme “Rocky III”, saiba que dieta do ator para a produção definitivamente é algo que não deve ser imitado, devido ao elevado grau de perigo que apresenta.

Stallone admitiu em uma postagem no Instagram que apesar de apresentar um exterior com aparência de saudável, interiormente as coisas eram bem diferentes.

Isso porque o americano confessou que suas refeições na época do filme consistiam em porções muito pequenas de cookies de aveia preparados com arroz integral, algumas conchas de atum e até 25 xícaras de café com mel diariamente.

“Eu estava em uma dieta rica em proteínas que não fornecia muita energia física ou mental. No período a minha gordura corporal caiu para 2,9%, que é um nível realmente perigoso”, escreveu o ator na postagem da rede social.

Muita cafeína e poucos nutrientes como é observado na dieta de Stallone para “Rocky III” realmente não é uma combinação nada boa. Portanto, se o seu objetivo é ter um porte físico como o do americano no filme acima, o melhor é procurar maneiras mais saudáveis de atingir isso.

Entretanto, essa não foi a única vez que o ator levou a sua dieta a um extremo: de acordo com informações, Stallone também contou que houve uma época em que tudo o que ele consumia era torrada queimada.

O americano alertou que enquanto ficava com uma aparência ótima por um tempo, provavelmente tendo atingido o seu melhor físico no filme “Rocky IV”, o que a câmera não mostrava era que ele estava praticamente destruindo o próprio corpo, de um modo que não dá para se viver.

A boa notícia é que atualmente parece que as coisas mudaram. O ator afirmou que aprendeu como cuidar de si mesmo e manter-se no topo em termos da sua nutrição sem toda aquela loucura que costumava cometer. O conselho de Stallone para os outros é permanecer saudável acima de tudo.

O americano admitiu que não teria sido capaz de continuar fazendo o que faz, no nível que faz, se tivesse continuado com os seus antigos métodos.

Outras versões da dieta de Sylvester Stallone

Encontramos outro modelo da dieta de Sylvester Stallone, que é bem menos restrito que o padrão que o ator seguiu para o filme “Rocky III”. Conforme a publicação, o objetivo desta segunda versão da dieta do americano para os filmes era o fortalecimento e a perda de gordura.

Este modelo era composto por quantidades elevadas de proteínas, quantidades moderadas de carboidratos e quantidades de nível baixo a moderado de gorduras.

Além disso, este segundo padrão vinha acompanhado do consumo de suplementos como proteínas em pó, queimadores de gorduras, multivitamínicos e aminoácidos de cadeia ramificada (BCAAs, sigla em inglês).

Veja  como funcionava um modelo de refeição de Sylvester Stallone com base nessa segunda versão da sua dieta. Dá só uma conferida:

  • Antes do café da manhã: Um copo de aminoácidos líquidos;
  • Café da manhã: Três claras de ovos, metade de uma gema, aveia irlandesa, torrada de pão pumpernickel (pão de centeio alemão), mamão papaia e alguns poucos figos;
  • Almoço: Abóbora de verão tostada, frango sem pele grelhado, salada, figos ou frutos silvestres;
  • Jantar: Salada, peixe grelhado, pão torrado rico em fibras e vitela (ocasionalmente).

Abaixo você pode conferir um padrão de dieta atribuído à Sylvester Stallone, que funciona da seguinte maneira:

  • Café da manhã: 50 gramas de proteínas (whey protein ou claras de ovos), 50 gramas de carboidratos de baixo índice glicêmico (geralmente aveia) e 10 gramas de gorduras boas como azeite extravirgem ou manteiga de amendoim;
  • Lanchinho da manhã: 50 gramas de uma fonte natural de proteínas e uma fruta;
  • Almoço: 30 gramas de carboidratos de baixo índice glicêmico (geralmente arroz integral), 50 gramas de uma fonte natural de proteínas como frango ou peixe e 10 gramas de gorduras boas como peixe ou azeite extravirgem;
  • Pré-treino: 20 gramas de whey protein e uma fruta;
  • Pós-treino: 50 gramas de whey protein e 60 gramas de carboidratos de alto índice glicêmico (dextrose e frutas);
  • Jantar: 50 gramas de proteínas (geralmente salmão) e vegetais verdes à vontade como brócolis, couve-flor, couve manteiga e repolho, por exemplo;
  • Antes de dormir: 50 gramas de whey protein ou caseína e uma colher de sopa de manteiga de amendoim.

Ele contou que quando sabe que vai treinar se prepara com a nutrição apropriada para melhorar o treinamento em questão e que quando sabe que não vai treinar costuma cortar a quantidade de calorias consumidas pela metade.

A regrinha que permanece

Embora a sua abordagem em termos de dieta tenha mudado ao longo dos anos, algo que Stallone afirmou sempre fazer é consumir bastante proteínas fáceis de serem digeridas como frango e peixe, ao mesmo tempo em que mantém-se longe daquilo que o seu corpo terá mais dificuldade para lidar.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já conhecia a dieta do Sylvester Stallone? Pretende experimentar? Comente abaixo!

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7 Dicas de Dieta para Adolescente Ganhar Massa Muscular

Quem, quando adolescente, nunca viu alguém famoso, tornou-se admirador dessa celebridade e tomou a pessoa como inspiração? Pois é, ao conhecer um atleta, fisiculturista ou ator famoso que cultive belos músculos, um adolescente pode tomar essa pessoa como referência e decidir que deseja seguir os mesmos passos.

Entretanto, como o corpo de um adolescente tem as suas diferenças em relação ao corpo de um adulto é necessário tomar alguns cuidados. Por exemplo, o treinamento físico do adolescente precisa ser montado e supervisionado por um educador físico, levando em conta as características, a aptidão física, a saúde e as limitações particulares do jovem.

Não dá para esperar que um adolescente pratique o mesmo treinamento de Arnold Schwarzenegger, não é mesmo?

Da mesma forma, o adolescente não pode simplesmente copiar a dieta de uma celebridade. É necessário que a sua dieta voltada para o ganho de massa muscular seja preparada por um nutricionista, conforme as suas necessidades nutricionais, tendo em vista não somente o alcance dos seus objetivos como também a sua saúde.

7 dicas de dieta para adolescente ganhar massa muscular

Mas como será que funciona uma dieta segura voltada para o ganho de massa muscular em adolescentes? É justamente isso o que a gente vai aprender na listinha a seguir:

1. Nada de pegar atalhos – esqueça os suplementos e substâncias perigosas

De acordo com o mestre em saúde comportamental Eric Metcalf, o adolescente deve dedicar-se a treinar e comer direito, não em correr atrás de suplementos. Segundo Metcalf, o especialista em força e condicionamento Shawn Arent alertou que o adolescente não deve nem cogitar a possibilidade de fazer uso de esteroides.

“Eles podem provocar danos sérios ao seu corpo agora e em longo prazo. Você não necessita de esteroides para construir músculos melhores. Durante a puberdade, o seu corpo naturalmente já bombeia testosterona”, advertiu o mestre em saúde comportamental. Aproveite para conhecer aqui mais sobre os efeitos colaterais dos esteroides.

Metcalf também conversou com o professor de medicina de família e especialista em fitness da juventude William Roberts, que esclareceu que a testosterona é um hormônio que encoraja o crescimento dos músculos.

2. Consumir uma quantidade suficiente de calorias

A nutricionista Roberta Anding, que trabalha com atletas do ensino médio alertou que as calorias são necessárias tanto em termos de crescimento quanto em termos de performance.

O mestre em saúde comportamental destacou que enquanto cresce, um adolescente ativo pode necessitar de aproximadamente 3 mil calorias diárias ou mais.

Entretanto, como cada caso é único, assim que começar com os seus treinamentos, o adolescente precisa procurar o auxílio de um nutricionista para saber direitinho que tipo de dieta deve seguir e quantas calorias exatamente terá que consumir diariamente, de modo que os seus músculos sejam bem nutridos e cresçam conforme o esperado.

3. Consumir bastante carboidratos

Outra dica da nutricionista Roberta Anding é que o adolescente consuma bastante carboidratos a partir de alimentos como pão integral, frutas e leite, pois assim o corpo terá os carboidratos para serem queimados como combustível (energia) e as proteínas serão economizadas e reservadas para a construção muscular.

“Enquanto as proteínas geralmente são o centro das atenções em termos de construção muscular, os carboidratos têm um papel crucial a exercer já que fornecem energia para o treinamento e auxiliam a recuperação. Os carboidratos devem constituir 60% da sua dieta, de acordo com a nutricionista esportiva Sharon Howard”, apontou o personal trainer graduado em ciência esportiva Mike Samuels.

O conselho do personal trainer e fisiculturista Derek Charlebois é distribuir o consumo de carboidratos de modo que a maior parte deles seja consumida no entorno do treinamento. “Quando você treina você esgota glicogênio muscular (carboidratos armazenados”, justificou.

4. Cuidado com os lanchinhos

Outra orientação mencionada pela nutricionista Anding é que o adolescente pode fazer um lanchinho quando sentir-se com fome. Entretanto, ele não poderá escolher fast-food, guloseimas ou outros tipos de junk food que tanto agradam os adolescentes, mas deverá optar por alimentos de verdade.

5. A importância do pós-treino

Fazer uma refeição pós-treino é alimentar os músculos no momento em que eles estão famintos. A importância da alimentação pós-treino também está associada ao hormônio insulina.

A insulina trata-se de outro hormônio importante para a construção muscular que é produzido pelo organismo. “Ela faz com que os músculos absorvam açúcar, proteínas e outras coisas que te fazem maior e mais forte”, acrescentou.

Como a insulina é ainda mais efetiva depois de uma sessão de treinamento, dentro de 30 minutos após o treino, o adolescente deve consumir um mix de proteínas e carboidratos.

Alguns exemplos incluem: sanduíche de peru, smoothie de iogurte com frutas, barrinha de carboidratos com proteínas, frango com batata doce e sanduíche de atum.

“No pós-treino a habilidade dos seus músculos para captar carboidrato é melhorado, tornando-o o momento perfeito para consumir carboidratos. Boas fontes de carboidratos incluem aveia, arroz integral, produtos à base de trigo integral, frutas e vegetais”, apontou o personal trainer e fisiculturista Derek Charlebois.

6. Cuidado com o excesso de proteínas

Ao ver que o fisiculturista que tanto admira consome uma pancada de proteínas diariamente, o adolescente pode querer imitar o famoso. No entanto, isso pode não ser uma ideia muito boa. “Muita proteína pode causar danos ao corpo e ter sérios efeitos nos seus rins. Então, não coma muito dela”, avisou Metcalf.

Para saber a quantidade exata de proteínas que deve consumir diariamente, de modo que forneça combustível para o crescimento dos seus músculos, porém, não provoque perigos ao seu próprio corpo, o adolescente precisa consultar o nutricionista.

Em conversa com o mestre em saúde comportamental, o especialista em força e condicionamento Shawn Arent alertou que apesar de ser necessário para a pessoa que treina bastante consumir mais proteínas, o teor requerido não será uma quantidade ridiculamente grande.

“A maioria dos atletas adolescentes necessita entre 1 grama a 1,5 gramas de proteínas por quilograma de peso corporal por dia, de acordo com (a nutricionista esportiva) Howard. As suas proteínas devem ser principalmente magras, como peixe e carne grelhada. Lanchinhos bons ricos em proteínas incluem manteiga de amendoim, queijo, iogurte, leite queijo cottage, ovos bem cozidos e nozes. Acima de tudo é importante ter variedade e não focar somente em um ou dois tipos de alimento”, aconselhou o personal trainer graduado em ciência esportiva Mike Samuels.

Para o personal trainer e fisiculturista Derek Charlebois, a maneira mais fácil para organizar a ingestão de proteínas é dividir a quantidade igualmente entre todas as refeições do dia.

Aproveite para conhecer aqui alimentos que, assim como o excesso de proteínas, são considerados ruins para os rins.

7. E as gorduras?

De acordo com Samuels, elas também devem fazer parte da dieta do adolescente que tem como objetivo o crescimento de massa muscular. Se 60% da alimentação deve corresponder aos carboidratos, o restante deve vir de uma mistura entre proteínas e gorduras, afirmou o personal trainer.

“Você necessita de gorduras na produção de hormônios para ajudar a construir músculo. As melhores gorduras incluem nozes, azeite de oliva e abacate”, explicou o graduado em ciência esportiva.

O personal trainer e fisiculturista Derek Charlebois afirmou que não se deve ter medo das gorduras e apontou que elas são importantes para o funcionamento apropriado do organismo.

“Assim como as proteínas, eu simplesmente recomendo distribuir as suas gorduras entre as suas refeições”, aconselhou Charlebois.

Fontes e Referências Adicionais:

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Quer um Cérebro Mais Eficiente e Organizado? Experimente Beber Chá!

Depois de fazerem exames de imagem por ressonância magnética em pessoas que tomavam chá regularmente e indivíduos que não tinham o costume de consumir chá, os autores de uma pesquisa publicada no jornal científico Aging (Envelhecimento, tradução livre) observaram que os cérebros das pessoas que frequentemente ingeriam a bebida eram mais bem organizados e eficientes.

Os cientistas da China, de Cingapura e do Reino Unido responsáveis pelo estudo observaram o efeito do chá por si mesmo e não dos seus extratos ou outros componentes da bebida, como acontece em outros estudos. A ideia dos estudiosos era analisar os benefícios de longo prazo que o hábito de consumir chá ao longo de anos ou décadas poderia proporcionar.

Falando em saúde do cérebro, que tal conhecer como os exercícios físicos também fazem bem para o cérebro?

Voltando ao estudo, primeiramente, os cientistas separaram participantes com idade de aproximadamente 70 anos, uma vez que o objetivo dos pesquisadores era o potencial efeito de proteção do consumo de chá contra o declínio associado ao envelhecimento em relação à organização cerebral.

Os estudiosos analisaram participantes que consumiam qualquer variedade de chás como os chás à base de ervas, o chá preto, o chá verde e o chá oolong. Entretanto, não foi somente isso.

Além de submeterem os participantes do experimento aos exames de imagem por ressonância magnética, os responsáveis pela pesquisa revisaram outros estudos a respeito da prevenção da doença de Alzheimer e encontraram evidência de que o chá à base de ervas apresentou um papel protetivo em oito das nove pesquisas analisadas.

De acordo com a equipe de pesquisadores responsável pelo experimento, a pesquisa deles fornece a primeira evidência convincente que a ingestão de chá contribui positivamente com a estrutura cerebral, de modo a colaborar com uma rede de organização mais eficiente.

Entretanto, vale uma ressalva: os resultados da pesquisa não indicam que o consumo de chá vai reorganizar os hormônios do cérebro todas as manhãs.

Além disso, vale a pena frisar que mesmo que sejam bebidas naturais, os chás podem ter contraindicações, provocar efeitos colaterais e fazer mal ao serem usados ao mesmo tempo em que  determinados medicamentos, suplementos ou outras plantas.

A questão da cafeína

Alguns chás são compostos por cafeína – como o chá mate, o chá verde e o chá preto, por exemplo, – e durante uma pesquisa publicada no The Journal of Nutrition (O Jornal da Nutrição, tradução), os participantes que consumiam mais cafeína pontuaram melhor em testes de função mental.

Quem contou isso foi a Harvard Health Publishing (Publicação de Saúde de Harvard, tradução livre), que mencionou ainda uma pesquisa da Universidade Johns Hopkins, em que foi pedido que um grupo de participantes estudasse uma série de imagens.

Depois, eles tomaram um remedinho: enquanto alguns ingeriram placebo (substância neutra, sem efeito), outros consumiram um comprimido de 200 mg de cafeína, completou a publicação de Harvard.

Resultado: o número de participantes do grupo que ingeriu a cafeína que deu conta de identificar as imagens no dia seguinte foi maior, acrescentou a Publicação de Saúde de Harvard.

Entretanto, antes de sair se entupindo de café por aí, aprenda aqui como a cafeína pode fazer mal ao organismo, especialmente em quantidades elevadas.

Outros alimentos que podem fazer bem para a saúde do cérebro

Assim como não existe um remedinho mágico para prevenir o declínio cognitivo, também não existe um alimento poderoso que pode assegurar que a pessoa mantenha o seu cérebro afiado conforme envelhece.

Entretanto, cuidar da alimentação como um todo pode contribuir com a saúde do cérebro. Segundo a Harvard Health Publishing, os nutricionistas enfatizam que a estratégia mais importante é seguir um padrão saudável nas refeições, compondo-as por muitas frutas, vegetais, leguminosas e grãos integrais.

A publicação de Harvard apontou também que os melhores alimentos que fazem bem para a saúde do cérebro são os mesmos que protegem o coração e os vasos sanguíneos, tais como:

1. Vegetais verdes folhosos

Alguns exemplos desta categoria incluem alimentos como couve, espinafre e brócolis, que servem como fonte de nutrientes considerados saudáveis para o cérebro como vitamina B9, vitamina K, luteína e betacaroteno.

Pesquisas já sugeriram que estes alimentos de origem vegetal podem colaborar com a desaceleração do declínio cognitivo.

2. Peixes gordurosos

Eles aparecem na listinha de alimentos potencialmente benéficos à saúde do cérebro graças ao fato de serem ricos nos ácidos graxos ômega 3, que são gorduras insaturadas saudáveis que já foram associados à diminuição dos níveis sanguíneos de beta-amiloide.

Mas o que será que isso tem a ver com a saúde do cérebro? Bem, conforme especialistas, a beta-amiloide é a proteína que forma placas causadoras de danos nos cérebros das pessoas que sofrem com a doença de Alzheimer.

A recomendação é consumir peixes pelo menos duas vezes por semana, através de variedades com teores baixos de mercúrio como salmão, bacalhau, atum light enlatado e escamudo.

Para quem não gosta de consumir peixes, a orientação é conversar com o médico sobre a utilização de suplementos de ômega 3 ou consumir fontes vegetais de ômega 3 como abacate e linhaça. Mas será que o ômega 3 da linhaça é bom? Descubra isso ao clicar no termo sublinhado!

3. Frutos silvestres (berries)

Os flavonoides são os pigmentos naturais de origem vegetal que concedem aos frutos silvestres as suas tonalidades brilhantes também podem contribuir com a melhoria da memória.

Uma pesquisa divulgada na publicação Annals of Neurology (Anais de Neurologia, tradução livre) indicou que as mulheres que consumiram duas ou mais porções de morangos e mirtilo semanalmente atrasaram o declínio de memória em até dois anos e meio.

O estudo em questão foi conduzido por pesquisadores da Harvard’s Brigham and Women’s Hospital, hospital de ensino da Escola Médica de Harvard.

Agora que você conheceu três categorias de alimentos que podem ser bons para o cérebro, conheça três tipos de alimentos que são perigosos para o cérebro.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já sabia como fazer para um cérebro mais eficiente e organizado? Pretende experimentar? Comente abaixo!

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