Saturday, February 1, 2020

Contar o Número de Passos Dados Não Ajuda a Perder Peso, Diz Médico

Sabe aqueles aplicativos de celular ou aparelhinhos que contam a quantidade de passos que o usuário dá diariamente? Se por um lado eles podem auxiliar uma pessoa a verificar se está sendo minimamente ativa, por outro, eles podem não ser uma ferramenta tão boa assim no que se refere ao processo de emagrecimento. Quem disso isso foi o médico especialista em perda de peso, Charlie Seltzer.

O médico até afirmou considerar a contagem de passos um bom objetivo para se ter, entretanto, também alertou que eles não deveriam ser relacionados ao emagrecimento. O especialista em perda de peso acredita que se uma pessoa utilizar a contagem dos passos como uma ferramenta para emagrecer, ela vai acabar é ganhando peso, acrescentou a publicação.

É realmente importante saber disso, uma vez que estar acima do peso representa uma série de problemas para a saúde. Por exemplo, você sabia que existe uma relação entre a diabetes e a obesidade?

Mas por que contar os passos não funciona?

A teoria do médico consiste no seguinte: uma vez que rastrear a quantidade de passos dados não dá conta de avaliar a quantia de calorias que a pessoa está queimando, ela pode cair no engano de que está gastando mais calorias do que efetivamente queima.

Com isso, a pessoa fica mais propensa a exagerar na hora de comer por acreditar que se gastou mais calorias, portanto, também pode consumir mais calorias. Assim não fica muito difícil concluir que a elevação do peso será favorecida, não mesmo?

De acordo com o treinador Matt Delaney, ainda que as atividades físicas possam definitivamente contribuir com o processo de diminuição do peso corporal, não tem como compensar uma dieta de má qualidade apenas com os passos.

Como se não bastasse, alcançar os 10 mil passos caminhando não constitui um treinamento intenso o suficiente provocar um efeito em relação ao emagrecimento. O que não significa que a caminhada não tenha outros benefícios para o corpo, como você confere ao clicar no termo destacado.

Conforme esclareceu o treinador, enquanto para uma quantidade pequena de pessoas a caminhada pode fornecer um estímulo para iniciar a perda de peso, para a maioria dos indivíduos a atividade não é poderosa o suficiente para provocar alterações significativas na silhueta.

Então se contar passos não funciona, o que é que dá certo?

O treinador Matt Delaney advertiu que pedir que uma pessoa que trabalha oito ou nove horas diariamente dê 10 mil passos é colocá-la no caminho do fracasso. Segundo o especialista, um programa de treinamento focado oferece benefícios muito maiores do que somente andar – e o melhor: em menos tempo.

O treinador exemplificou que uma sessão de 45 minutos de treinamento com kettlebel vai resultar na queima de uma quantidade maior de calorias do que o teor calórico que é gasto com o número de passos dados na metade de um dia.

Logicamente, não podemos nos esquecer do papel fundamental da alimentação em um processo de emagrecimento. Em sua conversa com a publicação, o médico especialista em perda de peso Charlie Seltzer afirmou que cada pessoa é diferente e apontou que é necessário descobrir a quantidade de calorias que cada um precisa consumir diariamente para eliminar aproximadamente um quilo semanalmente.

A quantidade exata varia principalmente conforme a idade, o peso e o nível de prática de atividade física de cada pessoa. Por isso, quando o objetivo é emagrecer vale muito a pena contar com o acompanhamento de um bom nutricionista para saber direitinho qual programa alimentar em termos de calorias é o mais adequado e saudável para o seu caso em particular.

Entretanto, lembre-se: não é apenas sobre as calorias

“De uma perspectiva biológica, você necessita consumir menos calorias do que queima para perder peso. Não tem jeito. Uma vez que as necessidades de energia do seu corpo são satisfeitas, as calorias extras são armazenadas para uso futuro – algumas nos seus músculos como glicogênio, mas a maioria como gordura. Desta forma, consumir mais calorias do que gasta vai causar o ganho de peso, ao passo que consumir menos calorias do que necessita vai causar a perda de peso”, apontou a nutricionista Alina Petre.

Logicamente, não se deve restringir o consumo calórico a um extremo porque isso representa prejuízos graves para a saúde. Portanto, antes de decidir cortar calorias você deve conversar com um nutricionista para que saiba como fazer isso de maneira saudável, sem prejudicar o seu organismo.

Além disso, precisamos lembrar que quando se trata de emagrecimento além de controlar a quantidade de calorias consumidas, não cometer excessos e gastar mais calorias, também é necessário prestar atenção na composição dos alimentos.

“Enquanto o modelo ‘calorias para dentro versus calorias para fora’ importa para a perda de peso, nem todas as calorias são formadas igualmente quando se trata da sua saúde. Isso porque diferentes alimentos têm diferentes efeitos nos vários processos do seu corpo, independente dos teores de calorias”, explicou a nutricionista Petre.

Por exemplo, é completamente diferente consumir 200 calorias em guloseimas e 200 calorias em frutas. As guloseimas são cheias de açúcar, uma substância associada ao favorecimento do aumento de peso, pobres em nutrientes e não saciam o organismo.

Por sua vez, as frutas servem como fonte de vitaminas, minerais e fibras. Ou seja, além de contribuírem com o fornecimento de nutrientes e, consequentemente, com a saúde do organismo, elas deixam o corpo mais saciado do que as guloseimas.

Uma vez que o nosso corpo encontra-se satisfeito fica mais fácil controlar o apetite e não comer além da conta. Por isso, uma estratégia inteligente para quem deseja e/ou necessita emagrecer é escolher consumir as suas calorias por meio de alimentos saudáveis e nutritivos.

“Consumir uma porção de 100 calorias de feijões vai reduzir a sua fome muito mais efetivamente do que comer uma porção de 100 calorias de doce. Isso porque alimentos ricos em proteínas ou fibras são muito mais saciadores do que os alimentos que contêm quantidades mais baixas desses nutrientes. O doce, que é pobre em fibras e proteínas, é muito mais propenso a fazer com que você coma em excesso mais tarde, reduzindo a probabilidade que as suas ‘calorias para dentro’ combinem com as suas ‘calorias para fora’, confirmou a nutricionista Petre ao mencionar outro exemplo.

Além disso, a especialista esclareceu que as diferentes fontes de calorias disponíveis para escolha em uma dieta impactam os hormônios e a saúde de maneira diferente, ao mesmo tempo em que trazem efeitos diferentes em relação ao metabolismo.

Fontes e Referências Adicionais:

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Homem Comeu 40 Colheres de Açúcar Por Dia: Descubra o que Aconteceu com Ele

Você com certeza já ouviu falar que o consumo excessivo de açúcar não faz nada bem para a saúde e a boa forma, mas será que realmente levou essa informação a sério?

Se não levou, apostamos que depois de conhecer a história do documentarista australiano Damon Gameau, que ao longo de seis anos deu relativamente conta de manter-se longe dos açúcares adicionados, porém, colecionou uma série de efeitos indesejáveis ao passar apenas dois meses se entupindo de açúcar, você será convencido.

Mais do que isso, assim como estes estudos que alertam sobre o consumo de açucar, apostamos que a história de Gameau também vai fazer você querer deixar o açúcar de lado na sua dieta. Sem mais delongas, vamos continuar a contá-la para descobrir o porquê.

Pois bem, após abandonar o açúcar, ele se voluntariou a um experimento e decidiu que iria consumir 40 colheres de chá de açúcar diariamente, que é a quantidade consumida todos os dias por um australiano médio, durante 60 dias. A experiência e os seus resultados foram registrados no documentário “That Sugar Film” (O Filme do Açúcar, tradução livre).

Curioso para saber o que aconteceu com o documentarista? Pois bem, Gameau engordou aproximadamente 7,7 kg, acrescentou 7% ao seu percentual total de gordura corporal e viu a circunferência da sua cintura aumentar em cerca de 10,15 cm.

Entretanto, o documentarista tentou ser cuidadoso ao longo do processo e assim que começou a apresentar os sintomas de que estava desenvolvendo gordura no fígado, começou a fazer exames de sangue mais regularmente para certificar-se de que estava tudo dentro dos limites.

O açúcar escondido

Se isso não for uma surpresa para você – afinal, ele realmente consumiu muito açúcar ao longo desses dois meses -, algo que pode ser chocante é que o australiano não ingeriu todo esse açúcar comendo barras de chocolate em todas as refeição, mas sim através de iogurtes de baixo teor de gorduras, barrinhas de granola e sucos de frutas.

Todos alimentos que a gente costuma considerar como saudáveis, não é mesmo? Isso evidencia que o problema é o tal do açúcar escondido, que pode estar presente onde a gente menos espera. Por isso é que vale tanto a pena ler direitinho as informações contidas na embalagem de tudo o que consumimos. Inclusive e, principalmente, as letrinhas pequenas.

Eis uma tática para identificar se um produto apresenta muito açúcar em sua formulação: confira quais os itens que aparecem mencionados primeiro na lista de ingredientes do produto – esses são os que estão presentes em maior quantidade na comida ou bebida em questão.

Caso o açúcar apareça antes dos outros ingredientes na lista, então trata-se de um produto com um teor expressivo de açúcar. Entretanto, vale ressaltar que o açúcar pode não ser listado somente sob o nome de açúcar na lista de ingredientes de um produto.

Termos como sacarose, frutose, maltodextrina, maltose, mel, melaço, melado, néctares, glicose, glucose de milho, lactose, dextrose, xarope de milho, xarope de malte, açúcar mascavo, caldo de cana e açúcar invertido, por exemplo, também são empregados para referir-se ao açúcar.

Segundo Gameau, muitas pessoas não têm noção da quantidade de açúcar que estão consumindo, ao mesmo tempo em que a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que a ingestão diária de açúcar adicionada deve ser de seis colheres de chá por dia.

Para o documentarista é necessário conscientizar as pessoas a respeito de onde o açúcar está escondido. Uma vez que, segundo ele, é isso o que tem elevado tanto a quantidade de açúcar consumida e é isso que tem sido o motivo de presenciarmos tantos problemas de saúde.

Os efeitos não foram somente físicos

O documentarista concedeu uma entrevista em que relatou que seu experimento de consumir 40 colheres de chá de açúcar todos os dias por aproximadamente dois meses não resultou somente em problemas físicos, mas também envolveu questões mentais, associadas à concentração e foco, por exemplo.

“Eu percebi que eu ficava bem por aproximadamente 40 minutos e então começava a vaguear. Eu ficava distante, não me concentrava tão bem, não estava tão presente até que consumisse o açúcar novamente. Então, eu ficava ok por aproximadamente 40 minutos”, relatou o australiano. Como se não bastasse, ele também contou que frequentemente sofria com dificuldades para dormir bem à noite.

“De manhã, eu acordava particularmente nervoso e mal-humorado até que consumisse um pouco de açúcar e então me sentia normal novamente. Eu sei que nem todo mundo vai ser tão sensível quanto eu, eu reconheço isso completamente. Mas eu suspeito que existem algumas pessoas que realmente não podem lidar com isso”, alertou o documentarista.

Mesmo com todos esses problemas psicológicos que poderiam se assemelhar a uma espécie de vício em relação ao açúcar, o homem afirmou que achou bastante simples retornar à rotina de não consumir todo esse açúcar.

Para quem sofre com esses mesmos problemas mencionadas pelo australiano e sabe que consome uma quantidade expressiva de açúcar no seu dia a dia, vale a pena marcar uma consulta com o médico para confirmar se as duas questões não estão associadas e encontrar estratégias para diminuir a sua ingestão diária de açúcar.

A inspiração que veio do amor

Gameau contou que antes de conhecer a esposa Zoe era o “clássico macho no final dos 20 anos que não ligava nada para a alimentação”. Entretanto, em seu relacionamento com a mulher, o australiano foi exposto a uma maneira nova e saudável de se alimentar, composta por comidas reais como vegetais, frutas e nozes, por exemplo.

Isso transformou a vida do australiano, ao mesmo tempo em que serviu de motivação para a realização do documentário. “Eu sabia quão diferente eu me senti e quão diferente minha aparência estava. Eu pensei: ‘Não acho que muitas pessoas percebem isso’. Foi um empurrão realmente grande para que eu espalhasse a mensagem e ajudasse outras pessoas”, afirmou o homem.

Passados 18 meses da finalização do seu experimento, Gameau contou que estava consumindo muito pouco açúcar e obtendo o açúcar natural que necessitava através de frutas e vegetais.

No entanto, como ninguém é de ferro, o documentarista admitiu que somente de vez em quando come um docinho. “Meus dias de sobremesa são com mirtilos congelados com um pouco de creme. O meu paladar se ajustou. Às vezes quando saio com amigos eu como um pouco de sobremesa”, explicou o australiano.

Falando em amor

Gameau também falou a respeito de um trecho do seu documentário em que ele comenta acreditar que as pessoas relacionam o açúcar ao amor.  “Eu acho que esse é um dos maiores problemas, é que não é somente um vício físico que nós temos. Existe um componente emocional”, apontou o homem.

Na opinião do documentarista, a nossa relação com o açúcar também é uma coisa cultural, tanto que os pais costumam premiar os filhos com docinhos como cookies e os apaixonados recorrem a um pote de sorvete, por exemplo, para tentar recuperar-se de um difícil término de relacionamento.

“Nós sabemos pela ciência que o açúcar libera os mesmos opioides no seu cérebro que o amor libera”, justificou o australiano.

A restrição não precisa ser completa

Gameau disse que não acredita que um pouquinho de açúcar todos os dias será tóxico, mas que sobrecarregar o fígado com uma lata de Coca-Cola por dia, por exemplo, pode sim causar problemas.

“O que a gente realmente quer instigar é evitar as calorias líquidas. Elas são as que tendem a causar o maior dano: os sucos, as bebidas esportivas, os chás gelados e a Coca-Cola. O fígado realmente não pode lidar com o tsunami de açúcar que inunda o órgão. É quando você começa a ter as complicações”, argumentou o documentarista. Conheça aqui quais exatamente são alguns possíveis malefícios do açúcar para a nossa saúde.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já tinha ouvido falar do homem que comeu 40 colheres de açúcar por dia? Esperava esse resultado? Comente abaixo!

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Grávida Pode Tomar Omeprazol?

Descobrir se uma grávida pode tomar omeprazol é muito importante na descoberta de uma gestação, pois isso muda muita coisa na rotina de uma mulher e isso inclui os remédios que ela estava acostumada a usar.

Além de preocupar-se com a segurança do uso do medicamento na gestação, você também está preocupado se Omeprazol engorda? Então, informe-se mais a respeito disso ao clicar no termo destacado!

Sobre o Omeprazol

O medicamento atua na diminuição da quantidade de ácido que é produzida pelo estômago e pode fazer parte do tratamento das condições caracterizadas por uma produção excessiva desse ácido.

O médico pode indicar o remédio para tratar úlceras no estômago e no intestino ou para lidar com o refluxo gastroesofágico, que ocorre quando o suco gástrico do estômago retorna para o esôfago, por exemplo. Conheça aqui outros tipos de remédios para refluxo.

O profissional também pode indicar Omeprazol para evitar sangramento do trato gastrointestinal em pacientes com doenças sérias.

O medicamento ainda pode aparecer no tratamento da doença de Zollinger-Ellison, caracterizada justamente pela produção excessiva de ácido no estômago, e no tratamento da dispepsia (indigestão).

O remédio também pode ser prescrito ao lado de antibióticos para o tratamento de úlceras associadas à infecção provocada pela bactéria Helicobacter pylori.

E então, será que uma mulher grávida pode tomar Omeprazol?

A bula de Omeprazol da Aché, disponibilizada pela Anvisa, adverte que as mulheres grávidas não podem utilizar o medicamento sem que haja a orientação médica.

“Este medicamento só deve ser utilizado quando os benefícios para a mãe forem maiores que os riscos para o bebê”, ressaltou a médica mastologista e ginecologista Sheila Sedicias, em artigo publicado.

Ao esclarecer a dúvida de uma internauta grávida a respeito do uso de remédios para azia na gestação, o médico clínico geral e endocrinologista Daniel Di Renzo Paulo afirmou o seguinte: “Não existe comprovação de efeito maléfico (do Omeprazol), porém não existem estudos consolidados de segurança, portanto deve ser usado apenas sob supervisão médica”.

Por sua vez, estudos epidemiológicos demonstraram que os grandes riscos de malformações mediante o uso de Omeprazol por gestantes são improváveis e que alguns especialistas consideram a sua utilização como aceitável ao longo de uma gravidez.

Tanto que, de acordo com o que relatou o Serviço Nacional de Saúde (NHS, sigla em inglês) do Reino Unido, o Omeprazol é um dos medicamentos utilizados na gestação para diminuir o ácido no estômago, que não é conhecido por ser perigoso para um bebê que ainda está se desenvolvendo na barriga da mãe.

Um estudo divulgado no site da Academia Americana de Médicos de Família (AAFP, sigla em inglês) apontou que embora tenham sido levantadas preocupações a respeito de possíveis efeitos teratogênicos (capazes de produzir malformações congênitas no feto) de Omeprazol, diversos estudos grandes de coorte (um tipo de estudo observacional) indicaram a segurança do remédio quando tomado antes da concepção do feto e durante o primeiro trimestre da gestação. A pesquisa em questão é de autoria das pesquisadoras Jessica Servey e Jennifer Chang.

“Com indicação médica o Omeprazol pode ser usado pelas gestantes. Não há muitos estudos em mulheres grávidas que comprovem os possíveis riscos do Omeprazol para o feto. Por isso, ele só deve ser usado quando os benefícios superam os possíveis riscos. Quem decide isso será o/a médico/a que melhor orientará quando e como fazer o uso do omeprazol na gravidez”, afirmou a médica de família e comunidade Nicole Geovana, em artigo publicado.

Vamos com calma

Entretanto, isso não significa que a mulher grávida deva recorrer imediatamente ao medicamento ao apresentar um problema como a indigestão. Isso porque, para as gestantes é sempre melhor tentar tratar o problema sem fazer o uso de remédios.

Segundo especialistas, o médico pode aconselhar primeiramente que a futura mamãe tente amenizar os sintomas ao fazer refeições menores, porém, mais frequentes, e evitar consumir alimentos gordurosos e apimentados.

Outra sugestão pode incluir levantar a cabeceira da cama em 10 cm ou 20 cm, colocando alguma coisa embaixo da cama ou do colchão, de modo que o peitoral e a cabeça da grávida fiquem acima da sua cintura. Isso serve para ajudar a impedir que o ácido estomacal se dirija em direção à garganta.

Caso essas ou outras estratégias indicadas pelo médico não surtam efeito, aí sim um medicamento poderá ser utilizado. Entretanto, antes de escolher um remédio é fundamental que a gestante consulte um médico, informe-o que a indisposição não passou e pergunte ao profissional qual remédio é o mais indicado e seguro para o seu caso em particular.

Logicamente, a mulher grávida deverá obedecer a todas as instruções do médico em relação ao modo de usar o medicamento em questão, o que inclui as dosagens, os horários e frequências de uso e a duração do tratamento.

Outros cuidados com Omeprazol

Quando queremos saber se uma mulher grávida pode tomar Omeprazol é importante conhecer os cuidados que o medicamento exige para certas situações porque além de estar esperando um neném, a paciente também pode se encaixar em um dos grupos de pessoas que precisam de cuidados especiais em relação ao medicamento.

Pois bem, de acordo com informações da bula de Omeprazol da Aché, disponibilizada pela Anvisa, o remédio é contraindicado para quem tem alergia ao Omeprazol ou a qualquer outro componente da sua formulação.

A mulher que apresenta algum tipo de alergia a qualquer tipo de medicamento, alimento, corante ou animal necessita informar ao médico a respeito do problema antes de iniciar o tratamento com o remédio, alerta o documento.

O mesmo serve para a futura mamãe que apresenta qualquer tipo de problema de saúde, principalmente doença no fígado ou histórico de doença no fígado, uma vez que a doença no fígado pode provocar um aumento de Omeprazol no organismo, indica a bula.

Se você sofre ou já sofreu com problemas hepáticos, aproveite para conhecer aqui medicamentos e substâncias que fazem mal ao fígado.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já se perguntou se grávida pode tomar omeprazol? Conhece alguém que possa confirmar? Comente abaixo!

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Grávida Pode Andar de Moto? Traz Riscos?

Um dia a mulher está seguindo sua rotina normalmente, indo e voltando do trabalho na sua moto até que recebe a notícia que está esperando um neném, mas não sabe se grávida pode andar de moto.

Será que entre todas as mudanças e cuidados que a gestação exige, ela também precisará deixar de andar de moto? Ou uma grávida pode fazer isso sem maiores preocupações?

Depois que tirar as suas dúvidas a respeito disso, aproveite para saber mais a respeito de outro questionamento que pode assombrar uma gestação – se a grávida pode malhar.

Uma mulher grávida pode andar de moto? Ou isso traz riscos?

A médica de família e comunidade Nicole Geovana afirmou que uma mulher grávida pode andar de moto. No entanto, não sem algumas ressalvas e cuidados.

“A mulher grávida pode andar de moto durante todo o período da gestação. Os cuidados devem ser tomados, assim como o uso obrigatório do capacete. Caso a gestante perceba alguma limitação de movimento para dirigir a moto, ela deve considerar usar outro veículo de transporte. Caso a mulher tenha alguma contraindicação médica, ela deve tomar as medidas recomendadas”, explicou a médica.

Ou seja, o mínimo necessário é que a gestante não tome a decisão por conta própria e consulte o médico que acompanha a sua gravidez para saber se realmente deve andar de moto ao longo da sua gestação e conhecer todos os cuidados que precisa tomar caso a atividade seja liberada pelo profissional. Até porque não são todos os especialistas que defendem que a grávida pode andar de moto.

Mesmo sem contraindicações formais pode ser mais seguro evitar

É o que recomendou uma matéria a respeito do assunto. A médica obstetra Cláudia Magalhães advertiu que a gestante necessita ter em mente que os acidentes de moto são relativamente comuns e uma queda mesmo em velocidade reduzida podo colocar a vida do neném em risco.

Falando em arriscar a vida do bebê, aproveite para conhecer aqui os alimentos que podem fazer mal ao bebê por serem considerados abortivos.

Magalhães não está errada ao salientar como os acidentes de moto podem acontecer com certa frequência. De acordo com o Governo do Estado de São Paulo, um balanço realizado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo para o Maio Amarelo das 26,229 mil internações de pessoas envolvidas em acidentes de trânsito no ano de 2018, 86% ou 22,581 mil eram motociclistas.

Conforme o Governo de São Paulo essa tendência não vem de hoje: dados do ano de 2013 indicam que ocorreram 22,644 mil internações de pessoas envolvidas em acidentes de trânsito, das quais 18,608 mil ou 85% estavam relacionadas às motocicletas.

O médico obstetra Marcos Tadeu Garcia esclareceu que ao a mulher experimenta uma elevação em  peso corporal durante a gestação e uma mudança no seu eixo de equilíbrio, ao mesmo tempo em que as juntas e as articulações se tornam mais moles e suscetíveis a entorses.

Conforme a gravidez avança a mulher vai perdendo sua agilidade, o que pode atrapalhar na hora de pilotar ou até mesmo subir e descer da garupa de uma moto.

Qualquer queda pode resultar em uma ocorrência grave tanto para a gestante quanto para o seu neném, o que pode incluir o deslocamento da placenta e outros traumas, por exemplo.

O médico obstetra Eduardo Vieira de Motta também fala a respeito da pilotagem de moto ao longo da gravidez e adverte que o grande problema de andar de moto enquanto gestante é justamente o perigo de queda.

Ao sofrer uma queda, a futura mamãe aumenta os riscos de quebrar a bacia e perder o seu neném. Pior ainda se o acidente acontecer no final da gestação: o útero cheio de sangue piora um quadro de hemorragia.

Ao responder esse mesmo questionamento se a grávida pode andar de moto, o médico obstetra e ginecologista Rufus Harold Holbrook afirmou que desde que a velocidade e a superfície onde a mulher pilota sejam bem conservadoras, que a futura mamãe seja uma motociclista experiente, que não ocorram impactos entre a motorista e o solo e que não haja grandes batidas e buracos na estrada, não espera-se que o ato de andar de moto provoque qualquer efeito na gestante.

No caso de precisar andar de moto enquanto grávida, além de estar sempre em baixa velocidade, a mulher deve utilizar sempre os equipamentos de segurança e proteger bem a sua barriga,.

“Entretanto, se ela pilotar e então ver sangramento, ela nunca vai acreditar que a viagem (na moto) não teve nada a ver com isso. Então, essa é uma daquelas coisas que é melhor deixar para fazer depois da gravidez”, aconselhou o médico obstetra e ginecologista Holbrook.

Até porque é um tanto quando difícil reunir todas as condições ideais mencionadas pelo especialista para garantir a segurança da futura mamãe enquanto ela anda de moto, não é mesmo? Isso sem contar que muitos fatores de perigo não dependem somente dela, mas também dos outros motoristas que estiverem no trânsito, o que é impossível de controlar.

Além de saber se uma mulher grávida pode andar de moto

A futura mamãe necessita contar com o acompanhamento individualizado com o médico a partir do momento em que descobrir que está esperando um neném para conhecer direitinho todos os cuidados que necessitará ter a partir de então, o que inclui saber tudo o que pode ou não pode fazer ao longo de sua gestação e tirar dúvidas outras dúvidas que podem surgir como se a grávida pode fazer dieta ou como não engordar demais na gestação.

Esse acompanhamento realmente precisa ser individualizado porque o que funciona e é seguro para uma gestante pode não funcionar ou ser perigoso para a outra, uma vez que cada mulher pode apresentar diferentes características em sua saúde e organismo, além de diferentes graus de risco em sua gravidez, que exigem cuidados diferentes para que a gestação evolua até o final conforme o esperado.

Tenha em mente que este artigo serve unicamente para informar e jamais pode substituir as recomendações qualificadas e profissionais de um médico. 

Fontes e Referências Adicionais:

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Diabético Pode Tomar Açaí?

Saber se o diabético pode tomar açaí é muito importante, pois, montar uma refeição depois de ter descoberto que sofre com a diabetes pode ser uma tarefa desafiadora, já que surgem diversos questionamentos acerca do que pode ou não pode ser consumido por quem tem a doença.

Para ter acesso a outros esclarecimentos a respeito da alimentação dos pacientes que sofrem com a condição, confira aqui mais dicas de dieta para a diabetes do tipo 2.

Sobre o açaí

O açaí é uma frutinha originária da Amazônia, que nasce de uma palmeira de folhas grandes, que pode atingir até 25 metros de altura. O seu desenvolvimento ocorre bem em diversos tipos de solo e clima, mas a preferência é pelas regiões mais quentes.

Considerado um alimento de elevado valor nutricional, o açaí é composto por elementos importantes para o funcionamento apropriado do organismo humano como carboidratos, fibras, cálcio, potássio, magnésio, ferro, vitamina B1, vitamina B2 e antioxidantes.

Sobre a diabetes

A doença pode se manifestar por meio de sintomas como aumento da sede, da fome e da urina, fadiga, visão borrada, dormência ou formigamento nos pés e mãos, feridas que não se curam e perda de peso inexplicável podem ser manifestados por uma pessoa com diabetes.

Enquanto os sinais da diabetes do tipo 1 podem começar a aparecer rapidamente, em uma questão de semanas, os sintomas da diabetes do tipo 2 são desenvolvidos lentamente, ao longo de anos, e podem ser tão leves ao ponto da pessoa afetada nem sequer percebê-los.

Além disso, muitos dos pacientes com diabetes do tipo 2 não apresentam sintomas. Com isso, alguns descobrem que sofrem com a condição somente quando desenvolvem problemas de saúde associados a ela.

A doença ocorre quando os níveis de açúcar no sangue, conhecidos ainda como glicose no sangue, encontram-se muito elevados. Vale lembrar que a glicose sanguínea é a maior fonte de energia para o organismo e é proveniente dos alimentos consumidos por meia da dieta.

Também precisamos citar a insulina, que é um hormônio produzido pelo pâncreas e é responsável por auxiliar a glicose obtida por meio dos alimentos a chegar até as células, onde será utilizada como fonte de energia. Mas você sabia que ela também é relevante para o surgimento da diabetes?

Isso porque em um quadro de diabetes, o corpo não produz insulina o suficiente ou qualquer quantidade do hormônio ou não consegue utilizar a insulina presente apropriadamente. Com isso, a glicose permanece no sangue e não dá conta de chegar até as células.

Ao receber a notícia de que foi diagnosticado com a doença, o paciente precisa seguir direitinho todas as orientações do médico em relação ao tratamento, pois trata-se de uma condição que pode ser bastante perigosa.

É que a diabetes pode resultar no desenvolvimento de complicações graves como pressão arterial elevada, doença no coração, acidente vascular cerebral (AVC), problemas nos olhos, doenças dentais, danos nos nervos e problemas nos pés.

E então, será que o diabético pode tomar açaí?

A endocrinologista Tarissa Petry falou a respeito do consumo do açaí por parte dos diabéticos.

“Eu costumo dizer que não proíbo nada ao paciente, apenas indico fazer trocas e controlar porções.  O açaí por ser muito calórico aumenta o risco de ganho de peso do paciente, um fator que ajuda a descompensar o diabetes. Portanto, o ideal é consumir em pequenas quantidades e de vez em quando, sem tornar esse consumo uma rotina”, aconselhou a especialista.

Segundo especialistas, ter excesso de peso está fortemente ligado ao desenvolvimento da diabetes do tipo 2.

Ao mesmo tempo, a manutenção de um peso saudável é um dos fatores importantes para o controle da diabetes. Ficou preocupado? Então, não deixe de entender mais sobre a relação entre a diabetes e a obesidade.

Entretanto, quando falamos a respeito das calorias do açaí é importante ressaltar que existem diferenças entre as versões da fruta que encontramos por aí. Isso porque existe o açaí natural na forma de fruta, a polpa de açaí e o açaí que a gente encontra misturado ao xarope de guaraná e cheio de complementos açucarados.

Antes de ser processado o fruto açaí apresenta aproximadamente 65 calorias em uma porção de 100 gramas e, portanto, não provoca tanto impacto em relação ao peso na sua forma natural.

Por sua vez, a polpa de açaí médio da marca Pé de Fruta apresenta 87 calorias em uma porção de 100 gramas.

Já quando há o acréscimo de xarope de guaraná e banana para a comercialização do produto, o teor de calorias pode até triplicar, alertou a nutricionista funcional Michelle Mendes.

Pior ainda quando aparecem outros complementos como granola, leite condensado ou leite em pó ao lado do açaí comercial: a nutricionista Cyntia Maureen advertiu que uma tigela dessa mistura pode atingir as impressionantes 1 mil calorias com facilidade. Se isso já é exorbitante para qualquer pessoa, imagine então para um diabético!

A questão dos carboidratos

É outro ponto que precisamos abordar quando queremos saber se o diabético pode tomar açaí.

“Algumas frutas devem ser consumidas com moderação pelos diabéticos por conterem mais carboidratos ou por terem menos fibras, o que facilita a absorção do açúcar no intestino. Os principais exemplos são ameixa em calda enlatada, açaí polpa, banana, jaca, pinha, figo e tamarindo”, destacou a nutricionista Zanin. Aproveite para aprender mais sobre o consumo de frutas pelos diabéticos.

Os carboidratos são um assunto importante quando se fala na dieta do diabético porque quando uma pessoa consome um alimento que contém carboidratos, o seu sistema digestivo decompõe os carboidratos digestíveis na forma de açúcar, que vai parar então na corrente sanguínea.

O metabolismo dos carboidratos é algo revelante para o surgimento da diabetes do tipo 2, que começa a ser desenvolvida quando os músculos e outras células param de responder à insulina.

O açaí na forma de fruto natural vai ter muito menos carboidratos do que o açaí comercializado que vem mergulhado no açúcar e acompanhado de ingredientes cheios de açúcar e carboidratos – vale lembrar que o açúcar é um tipo de carboidrato. Entretanto, mesmo a versão mais natural possível da fruta vai conter alguma quantidade de carboidratos.

O motivo pelo qual estamos avisando isso é que a contagem de carboidratos pode funcionar como uma ferramenta útil para o tratamento das pessoas que sofrem com a diabetes, de acordo com o que apontou a Associação Americana de Diabetes.

Essa estratégia é utilizada mais frequentemente pelos pacientes diabéticos que usam a insulina duas ou mais vezes diariamente e envolve contar o número de carboidratos em gramas de uma refeição e combinar essa quantidade com a dose de insulina, acrescentou a organização.

No entanto, não há uma quantidade exata de ingestão diária de carboidratos que sirva para todo mundo que sofre com a diabetes – isso varia de pessoa para pessoa, conforme o quadro de cada paciente, e deve ser estabelecido pelo médico e/ou do nutricionista.

Portanto, na hora de incluir o açaí dentro da dieta é preciso contabilizar o seu teor de carboidratos (informação que você encontra na tabela nutricional do produto) no limite estabelecido do nutriente para cada refeição, levando em conta ainda o total de carboidratos presentes nos outros alimentos e bebidas que vão integrar a refeição.

Dito isso, vale ressaltar que uma versão 100% natural da fruta sem o acréscimo de ingredientes cheios de açúcar e carboidratos parece ser muito melhor para a dieta de alguém que sofre com a diabetes. Mas isso não significa que seja permitido cometer exageros mesmo com o fruto natural do açaí.

Para quem tem diabetes, é fundamental consultar o médico e o nutricionista saber direitinho qual é a melhor e mais segura forma de consumir o açaí após ter sido diagnosticado com a diabetes, de modo que não prejudique o controle do seu quadro em particular.

Observe que cada diabético apresenta características diferentes em seu quadro de diabetes, o que faz com que aquilo que funciona para uma pessoa não dê certo para a outra. Daí a importância de contar com um acompanhamento individualizado do médico e do nutricionista.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já se perguntou se diabético pode tomar açaí? Conhece alguém que possa confirmar? Comente abaixo!

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Grávida Pode Tomar Ibuprofeno?

Por se tratar de um anti-inflamatório muito conhecido, é muito importante que as mulheres saibam, na gestação, se uma grávida pode tomar ibuprofeno ou não.

Não deixe de conferir quais cuidados a futura mamãe precisa tomar em relação ao uso de medicamentos.

Ainda não tem certeza se está esperando um neném e por isso está com medo de tomar Ibuprofeno? Então conheça aqui os primeiros sintomas da gravidez e corra ao médico para confirmar a gestação caso apresente alguns ou todos esses sinais.

Sobre o Ibuprofeno

O medicamento faz parte da categoria dos agentes anti-inflamatórios não esteroides e pode ser indicado para diminuir a febre e amenizar dores como as associadas a resfriados e gripes.

O remédio também atua contra dores de garganta, dores de cabeça, dores de dente, dores nas costas, cólicas menstruais e dores musculares.

Depois que descobrir que a grávida pode tomar Ibuprofeno, aproveita para conhecer em quais outros casos este medicamento pode fazer mal.

E então será que uma mulher grávida pode tomar Ibuprofeno?

A gestante que apresentar febre e/ou alguma das dores mencionadas acima pode pensar em recorrer ao medicamento para lidar com o problema. Mas será que é aconselhável e seguro que a futura mamãe faça isso?

Bem, de acordo com informações da bula de Ibuprofeno em suspensão oral (gotas) 100 mg/ml da Cimed, o remédio não pode ser utilizado durante a gestação a não ser que haja a recomendação por parte do médico.

O documento também adverte que a paciente deverá informar ao médico caso fique grávida durante ou depois do término do tratamento com o medicamento.

“O Ibuprofeno é um anti-inflamatório que apresenta riscos para a gravidez. Essa medicação pode aumentar o risco de abortamento, anomalias cardíacas, fenda palatina, insuficiência cardíaca, disfunção dos rins, hemorragia intracraniana e hemorragia gastrointestinal. Não utilize nenhuma medicação sem a devida indicação médica durante a gravidez”, alertou a médica de família e comunidade Nicole Geovana.

Neste mesmo sentido, o Serviço Nacional de Saúde (NHS, sigla em inglês) do Reino Unido detalhou que o Ibuprofeno não deve ser utilizado quando a mulher tem 30 semanas ou mais de gestação, exceto sob orientação médica, porque usar o remédio nesse estágio da gravidez já foi associado ao aumento do risco de desenvolvimento de complicações como problema cardíaco no neném e a diminuição na quantidade do líquido amniótico.

Vale a pena ressaltar que o líquido amniótico é um líquido amarelado que cerca o bebê que ainda não nasceu dentro da barriga da mãe e ajuda a movimentação do feto no útero (o que é bom para o crescimento ósseo), o desenvolvimento apropriado dos pulmões, a prevenir a pressão no cordão umbilical, a manter uma temperatura constante ao redor do neném e a proteger o feto contra lesões externas.

Além disso, os medicamentos anti-inflamatórios não esteroides não podem ser usados durante os últimos três meses de gestação porque podem fazer com que um vaso sanguíneo no coração do bebê se feche antes da hora, o que pode resultar no desenvolvimento de pressão alta nos pulmões do neném.

Como se não bastasse, a utilização dos remédios anti-inflamatórios não esteroides pode tornar mais difícil para a mulher entrar em trabalho de parto.

Mas antes das 30 semanas, será que a mulher grávida pode tomar Ibuprofeno?

De acordo com o que alertou o NHS, também não é recomendado que a gestante tome o medicamento antes das 30 semanas de gravidez, exceto se o médico determinar que os possíveis benefícios do tratamento superam o potencial risco que o remédio pode provocar ao feto.

A justificativa é que utilizar o Ibuprofeno ao longo das primeiras 30 semanas de gestação também pode resultar em uma elevação no risco de desenvolvimento de complicações, o que inclui o aborto, alertou a instituição de saúde do Reino Unido.

Uma pesquisa apontou que tomar remédios da categoria dos anti-inflamatórios não esteroides, como é o caso de Ibuprofeno, durante as primeiras 20 semanas após a concepção do bebê aumenta o risco de sofrer um aborto em 2,4 vezes.

Para os cientistas as chances de ter um aborto aumentam mediante a exposição a qualquer tipo e dosagem de um medicamento anti-inflamatório não esteroide sem aspirina ao longo do começo da gestação.

Para chegar a essa conclusão, os autores desse estudo publicado no Canadian Medical Association Journal (Jornal da Associação Médica Canadense, tradução livre) examinaram 4,705 mil abortos, em que 352 ou 7,5% dos casos havia ocorrido o uso de anti-inflamatório não esteroide sem aspirina.

As mulheres avaliadas na pesquisa tinham idade entre 15 anos a 45 anos e foram comparadas com outras 47,050 mil mulheres de faixa etária similar que não tinham sofrido o aborto. Nesse segundo grupo 1,213 mil ou 2,6% havia usado um anti-inflamatório não esteroide, relatou a publicação.

Os pesquisadores relataram ter observado consistentemente que o aborto espontâneo estava associado com o uso de Diclofenaco, Naproxeno, Celecoxibe, Ibuprofeno e Rofecoxib sozinho ou em combinação, o que sugere um efeito da classe dos medicamentos anti-inflamatórios não esteroides.

Portanto, se tomar o Ibuprofeno durante a gestação não é uma ideia nada boa, tomar o remédio junto de outro anti-inflamatório não esteroide é uma ideia péssima.

Malformações congênitas

Vale destacar ainda que os pesquisadores também mencionaram que a utilização dos medicamentos anti-inflamatórios não esteroides no início da gravidez também já demonstrou aumentar o risco de desenvolvimento de grandes malformações congênitas.

Segundo informações, de  alguns estudos, o uso de medicamentos anti-inflamatórios não esteroides no começo da gravidez pode provocar um pequeno aumento no risco de desenvolvimento de problemas no coração e no sistema gastrointestinal do neném.

A publicação ponderou apontando que são necessários mais pesquisas para que a ligação entre o uso desses remédios e os problemas seja provada, porém, afirmou que ainda assim o médico pode sugerir o uso de outro tipo de medicamento no lugar deles.

Mas então, como lidar com a dor?

Ao descobrir que está grávida é aconselhável que a mulher solicite ao médico uma lista com os medicamentos proibidos e os medicamentos liberados para ela durante a sua gestação.

E antes de começar a usar qualquer remédio, quer ele esteja na lista ou não, a mulher precisa consultar novamente o médico para saber direitinho como usar o medicamento em questão sem enfrentar problemas.

É importante que a gestante aproveite a conversa com o médico para conhecer ainda as comidas e bebidas que deverão ser excluídas da sua dieta, uma vez que existem alimentos que são abortivos, como você pode conferir ao clicar no termo destacado.

Fontes e Referências Adicionais:

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Leite Low Carb – 7 Tipos com Menos Carboidratos

O leite low carb é recomendado quando uma pessoa que costuma tomar bastante leite e usa a bebida com frequência em suas receitas passa a seguir uma dieta low carb, seja por questões de saúde, seja com o objetivo de impulsionar a perda de peso. Não deixe de conferir uma versão de leite low carb, como os que a gente vai conhecer no artigo de hoje.

Muitos leites vegetais entram na categoria de leite com baixo teor de carboidratos, portanto, não perca a chance de aprender como preparar leite vegetal em casa.

7 tipos de leite low carb

1. Leite de amêndoas

Ainda que haja versões do produto com aproximadamente 7 gramas de carboidratos por porção de 200 ml, é possível encontrar leites de amêndoas com um teor bem reduzido do nutriente. Por exemplo, o leite de amêndoas da marca A Tal da Castanha contém 1,7 gramas de carboidratos em um copo de 200 ml.

Já as versões sem açúcar da bebida podem aparecer com uma quantidade zerada de carboidratos. Aproveite para conhecer aqui os benefícios associados ao leite de amêndoas.

2. Leite de macadâmia

O leite de macadâmia foi apontado como outro leite low carb, a bebida carrega somente 1 grama de carboidrato em uma porção equivalente a uma xícara.

Nós também encontramos o leite de macadâmia à venda nas lojas virtuais. O leite de macadâmia comercializado pela empresa apresenta 4 gramas de carboidratos em uma porção de 300 ml. Fazendo os cálculos, isso corresponde a aproximadamente 2,5 gramas de carboidratos em um copo de 200 ml do produto.

Ainda não está muito familiarizado com a macadâmia? Então conheça aqui quais são os benefícios e propriedades da macadâmia que dá origem ao segundo leite low carb da nossa listinha.

3. Leite de cânhamo

O leite produzido a partir das sementes de cânhamo também foi mencionado como um leite low carb. A justificativa? É que a bebida pode apresentar somente 1,3 gramas de carboidratos por xícara.

O leite de cânhamo não adoçado carrega aproximadamente 1,3 gramas de carboidratos em uma porção correspondente a uma xícara ou 240 ml.

4. Leite de soja

Este é um daqueles leites vegetais populares, que a gente consegue encontrar com certa facilidade no supermercado. Mas você sabia que algumas versões do produto também podem entrar na categoria de leite low carb?

Por exemplo, o leite de soja original da marca AdeS é composto por 4,7 gramas de carboidratos em uma porção de 200 ml, enquanto o leite de soja zero da mesma marca contém 2,3 gramas de carboidratos em um copo de 200 ml.

Já o leite de soja da marca Batavo possui 9 gramas de carboidratos em uma porção de 200 ml. Entretanto, a versão zero desse produto é mais pobre no nutriente: são encontrados 3 gramas de carboidratos nos mesmos 200 ml de leite de soja zero da marca Batavo.

Para quem curte um leite com um saborzinho a mais, vale a pena saber que o leite de soja sabor baunilha da marca Mais Vita possui 9,9 gramas de carboidratos em um copo de 200 ml.

Você já ouviu falar que o leite de soja pode não ser tão bom assim para a saúde? Então esclareça algumas dúvidas ao conhecer aqui os benefícios e malefícios atribuídos à soja.

5. Leite de linhaça

O leite de linhaça também é classificado como um leite low carb. Tudo porque, de acordo com sua composição, a bebida apresenta somente 2 gramas de carboidratos em uma porção correspondente a uma xícara.

Por sua vez, o leite de linhaça não adoçado da marca Good Karma contém apenas 1 grama de carboidratos em uma porção de 240 ml ou uma xícara. Entretanto, é necessário ter atenção pois a versão padrão do leite de linhaça da mesma marca já carrega 7 gramas de carboidratos em uma porção de 240 ml ou uma xícara.

6. Leite de coco

Este famoso ingrediente das receitas culinárias também pode ser classificado como um leite low carb. Uma mostra disso é que o leite de coco pronto para beber da marca Ducoco possui somente 1 grama de carboidratos em uma porção de 200 ml.

Outro produto que exemplifica isso é o leite de coco da marca Do Bem, que apresenta apenas 0,8 gramas de carboidratos em um copo de 200 ml.

7. Leite de castanha

Os números justificam porque os leites de castanha podem ser considerados um leite low carb: um copo de 200 ml do leite de castanha da marca A Tal da Castanha contém 2,8 gramas de carboidratos.

Enquanto isso, o leite de castanha de caju + pará da marca A Tal da Castanha é composto por 3 gramas de carboidratos em uma porção de 200 ml. O mesmo teor do nutriente é encontrado no leite de castanha de caju e coco da marca.

Avisos e dicas

Se você precisa diminuir a sua ingestão de carboidratos por conta de um tratamento de saúde ou decidiu limitar o consumo do nutriente para emagrecer, na hora de escolher um leite low carb, lembre-se que o açúcar é um tipo de carboidrato. Portanto, optar pelas versões de leite adoçadas com açúcar vai aumentar a quantidade de carboidratos presentes no produto em questão.

Não podemos deixar de destacar também que é importante que você tenha o acompanhamento de um nutricionista na hora de escolher os leites low carb que vão substituir o leite tradicional de vaca na sua dieta.

Isso é aconselhável para que você aprenda direitinho como repor na dieta os nutrientes do leite tradicional de vaca que não são encontrados nos leites low carb, visto que a composição nutricional dos produtos não é a mesma.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já conhecia o leite low carb? Pretende aderir? Comente abaixo!

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