Monday, June 3, 2019

Como parar de fumar sem engordar

Para evitar engordar ao parar de fumar, a única guloseima permitida é o chiclete sem açúcar, para manter a boca ocupada e diminuir a necessidade de ascender um cigarro.
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Como matar a Fome sem Engordar

A melhor forma de matar a fome é comer alimentos nutritivos ao longo do dia, principalmente alimentos ricos em fibras, como repolho, goiaba ou pera, por exemplo.
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Remédios para engordar que abrem o apetite

Tomar um remédio para engordar pode uma boa opção para quem está abaixo do peso ideal ou deseja ganhar massa muscular, redefinindo o contorno corporal.
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Medo de Engordar na Gravidez pode ser pregorexia

A pregorexia é um distúrbio alimentar onde a gestante se recusa a comer, ou está sempre contando as calorias dos alimentos, e exagera no exercício físico por medo de engordar, o que pode colocar…
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7 Receitas de Escondidinho de Grão-de-Bico Fit e Light

Escondidinho de grão-de-bico fit

O grão-de-bico é um ingrediente versátil e muito nutritivo que pode ser usado em inúmeras receitas. No escondidinho fit, por exemplo, ele pode ser usado no recheio ou como purê.

Para preparar um purê de grão de bico, você deve cozinhar bem e depois bater no processador com leite até adquirir a textura desejada. Para o recheio, você deve manter os grãos cozidos e temperar a gosto. Se quiser, pode misturar com frango, carne ou legumes para dar uma incrementada.

Confira algumas sugestões de receitas de escondidinho de grão-de-bico fit muito deliciosas, saudáveis e light que separamosabaixo.

1. Receita de escondidinho de grão de bico light com batata-doce

Ingredientes:

Recheio

  • 1 xícara de grão-de-bico cozido;
  • ½ berinjela;
  • 1/3 de maço de espinafre;
  • 2 tomates;
  • ½ cebola;
  • 1 dente de alho;
  • 1 colher de sopa de cheiro verde;
  • 1 colher de sopa de azeite;
  • sal a gosto;
  • pimenta-do-reino a gosto.

Purê

  • 1 batata-doce;
  • 1 colher de sopa de azeite;
  • sal a gosto;
  • pitada de noz moscada.

Modo de preparo

Recheio: Refogue a cebola picada em 1 colher de sopa de azeite. Junte o alho picado e a berinjela cortada em cubos pequenos.

Adicione o espinafre e os tomates picados. Refogue um pouco, adicione o grão-de-bico cozido. Tempere com sal e pimenta do reino. Coloque cheio verde e misture.

Purê: Descasque a batata doce e corte em rodelas. Cozinhe em água e sal por 10 minutos até ficar macia. Coloque no processador com 1 colher de sopa de azeite, sal e noz moscada. Misture até formar um purê.

Para montar coloque o recheio do grão de bico em um refratário e por cima coloque o purê de batata doce. Sirva!

2. Receita de escondidinho de grão de bico fit com frango

Ingredientes:

Purê

  • 500 gramas de grão de bico cozido;
  • sal a gosto;
  • leite vegetal a gosto.

Recheio

  • 500 gramas de peito de frango cozido e desfiado;
  • 1 tomate picado;
  • 1 cebola picada;
  • 1 dente de alho picado;
  • orégano a gosto;
  • sal a gosto;
  • pimenta-do-reino a gosto;
  • parmesão ralado a gosto.

Modo de preparo:

Cozinhe o grão de bico até ficar bem macio. Amasse e adicione um pouco de leite vegetal até ficar com uma consistência de purê. Tempere com sal e reserve.

Para o recheio cozinhe o frango e depois desfie. Leve para uma panela para refogar com cebola e alho. Adicione o tomate picado e os temperos.

Em um pirex, coloque o recheio e depois coloque o purê por cima. Coloque o parmesão e leve ao forno para gratinar rapidamente. Sirva!

3. Receita de escondidinho de grão de bico light com espinafre

Ingredientes:

Purê

  • 3 copos de grão-de-bico cozido;
  • ½ cebola;
  • 3 colheres de sopa de azeite de oliva;
  • sal marinho;
  • 1 ½ copo de água.

Recheio

  • 3 copos de espinafre;
  • 1 dente de alho;
  • sal a gosto.

Modo de preparo:

Bata no liquidificador o grão-de-bico cozido com a cebola cortada, o azeite e o sal. Acrescente água aos poucos para ajudar a bater. Bata um pouco, misture com uma colher bata mais um pouco.

Refogue o espinafre em uma frigideira com azeite. Tempere com sal e alho. Coloque o espinafre em um pirex e cubra com o purê de grão de bico. Leve ao forno por 20 minutos!

4. Receita de escondidinho de grão de bico fit com carne moída

Ingredientes:

Recheio

  • 1 colher de chá de azeite de oliva;
  • 200 g de carne moída;
  • 2 dentes de alho amassados;
  • 1 cebola bem picada;
  • 1 colher de café de sal;
  • salsa picada a gosto.

Purê

  • 2 xícaras de chá de grão-de-bico bem cozido;
  • 1 xícara de chá de leite desnatado;
  • 2 colheres de sopa de parmesão ralado;
  • 1 colher de café de sal.

Modo de preparo:

Aqueça o azeite e doure a carne. Junte o alho e a cebola e refogue bem. Adicione o sal e outros temperos que preferir. Coloque a salsa. Coloque em um refratário untado com azeite.

Para o purê cozinhe o grão de bico e leve para bater no liquidificador com o leite. Adicione um pouco de sal.

Distribua o purê por cima da carne, adicione parmesão e leve ao forno médio (180 °C), preaquecido, por cerca de 20 minutos. Retire e sirva!

5. Receita de escondidinho de grão de bico light com bacalhau

Ingredientes:

Purê

  • 2 xícaras de chá de grão-de-bico bem cozido;
  • 1 xícara de chá de leite desnatado;
  • 2 colheres de sopa de parmesão ralado;
  • 1 colher de café de sal.

Recheio

  • 400g de bacalhau cozido e desfiado;
  • ½ vidro de azeitonas pretas;
  • 4 colheres de sopa de salsinha picada;
  • 2 colheres de sopa de azeite de oliva;
  • 3 dentes de alho;
  • 6 colheres de sopa de iogurte natural desnatado;
  • alecrim a gosto;
  • pimenta caiena a gosto.

Modo de preparo:

Bata as azeitonas sem caroço com iogurte no mixer. Desfie o bacalhau e refogue em uma frigideira com alho e azeite.  Coloque o recheio em uma assadeira, distribuindo bem.

Para o purê cozinhe o grão de bico e leve para bater no liquidificador com o leite. Adicione um pouco de sal.

Distribua o purê por cima do recheio, adicione parmesão e leve ao forno médio (180 °C), preaquecido, por cerca de 20 minutos. Retire e sirva!

6. Receita de escondidinho de grão de bico fit com brócolis

Ingredientes:

Purê

  • 2 xícaras de chá de grão-de-bico bem cozido;
  • 1 xícara de chá de leite desnatado;
  • 2 colheres de sopa de parmesão ralado;
  • 1 colher de café de sal.

Recheio

  • 1 maço de brócolis picado;
  • sal a gosto;
  • pimenta do reino a gosto;
  • 3 colheres de sopa de iogurte natural desnatado;
  • 1 xícara de milho.

Modo de preparo:

Cozinhe o brócolis no vapor até ficar macio. Pique bem e tempere com sal e pimenta. Adicione o milho, o iogurte e misture bem. Despeje esse recheio em um refratário.

Para o purê cozinhe o grão de bico e leve para bater no liquidificador com o leite. Adicione um pouco de sal.

Distribua o purê por cima do recheio, adicione parmesão e leve ao forno médio (180 °C), preaquecido, por cerca de 20 minutos. Retire e sirva!

7. Receita de escondidinho de grão de bico light com atum

Ingredientes:

Recheio

  • 400 gramas de atum light escorrido;
  • 1 tomate picado;
  • cheiro verde picado a gosto;
  • orégano a gosto;
  • sal a gosto;
  • pimenta-do-reino a gosto.

Purê

  • 2 xícaras de chá de grão-de-bico bem cozido;
  • 1 xícara de chá de leite desnatado;
  • 2 colheres de sopa de parmesão ralado;
  • 1 colher de café de sal.

Modo de preparo:

Misture todos os ingredientes do recheio até ficar homogêneo. Distribua em uma assadeira.

Para o purê cozinhe o grão de bico e leve para bater no liquidificador com o leite. Adicione um pouco de sal.

Distribua o purê por cima do recheio, adicione parmesão e leve ao forno médio (180 °C), preaquecido, por cerca de 20 minutos. Retire e sirva!

O que você achou dessas receitas de escondidinho de grão de bico fit que separamos acima? Pretende aprender como fazer e experimentar em casa? Comente abaixo!

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Como Parar de Roncar Segundo a Ciência – 8 Passos

Homem roncando

O ronco nada mais é do que o som produzido quando suas vias aéreas estão obstruídas ou mais estreitas do que o normal, fazendo com que menos ar passe por essas vias e gerando uma vibração nas estruturas da garganta.

Em grande parte dos casos, o ronco está associado ao estilo de vida de uma pessoa, mas também pode ter relação com problemas ou hábitos como a congestão nasal ou o hábito de fumar ou ingerir bebidas alcoólicas, por exemplo. Exceto em casos de distúrbios do sono que fazem com que a pessoa ronque, há como parar de roncar com algumas mudanças relativamente simples no dia a dia.

Aqui, você vai encontrar dicas baseadas em evidências científicas de como parar de roncar em uma série de passos que vão te auxiliar a descobrir a causa do ronco e a eliminar tal causa da sua rotina.

Como parar de roncar segundo a Ciência

No momento de dormir, os músculos presentes na parte de trás da garganta ficam relaxados. Quando as vias aéreas estão mais estreitas do que costumam ser, ocorre uma maior resistência para a passagem do fluxo de ar, o que gera uma vibração na garganta, que causa o ronco.

De acordo com a American Sleep Association, existem várias medidas que você pode adotar para parar de roncar, mas é preciso testar várias delas para descobrir o que funciona para você.

O primeiro passo consiste em tentar descobrir o que está causando o seu ronco. Possíveis causas incluem a obesidade, a posição na qual você dorme e a congestão nasal, por exemplo. Com base na causa, você pode tentar adotar os passos abaixo para que seu ronco pare de incomodar você e os outros ao seu redor.

8 passos para parar de roncar

Não existe uma ordem correta para os passos indicados abaixo. Eles podem ser testados um a um de acordo com o que você acha que está causando o seu ronco.

Pedir para um parceiro ou familiar prestar atenção se você está roncando durante a noite pode ajudar a identificar a causa do ronco e eliminá-la da sua rotina com mais facilidade.

As dicas a seguir podem te auxiliar na identificação do gatilho do seu ronco, fazendo com que você adote melhores hábitos para evitar o ronco durante o sono.

1. Manter um peso e uma alimentação saudáveis

Estar acima do peso considerado ideal pode causar o ronco em algumas pessoas. Isso ocorre porque o tecido adiposo encontrado ao redor do pescoço pode apertar as vias aéreas, evitando a passagem normal do ar e resultando no ronco.

Assim, adotar uma dieta saudável e tentar perder quilos extras pode ajudar quem procura como parar de roncar. Além de reduzir a ingestão calórica diária, é útil realizar exercícios físicos com frequência para potencializar a queima calórica.

Mas vale lembrar que isso não é exclusividade dos obesos, já que pessoas magras também roncam.

2. Evitar o consumo de bebidas alcoólicas antes de deitar

O álcool causa um relaxamento ainda maior dos músculos durante o sono. Esse é o motivo pelo qual algumas pessoas que nunca roncam podem roncar depois de ingerir bebidas alcoólicas em excesso, principalmente perto do horário de dormir.

O ideal é evitar consumir álcool dentro de 3 a 5 horas antes do seu horário de ir dormir para que a substância não esteja mais no seu sistema na hora de deitar.

3. Parar ou reduzir o tabagismo

Além de contribuir para diversos problemas de saúde, a fumaça produzida pelo cigarro pode irritar o revestimento do nariz e da garganta, o que causa inchaço e catarro. A presença de muco nas vias nasais pode reduzir o fluxo de ar e aumentar o risco de o fumante roncar.

4. Dormir de lado ao invés de ficar deitado de costas

Ao se deitar de costas, a própria ação da gravidade pode fazer com que suas vias aéreas fiquem mais estreitas. Além disso, a base da língua e o palato mole podem se mover para a parte de trás da garganta, bloqueando parcialmente o fluxo de ar e causando o som vibratório conhecido como ronco. Dormir de lado evita que o queixo caia durante a noite e pressione os músculos da garganta, além de evitar o “colapso” da língua e do palato mole.

Se você é daqueles que rola na cama durante a noite, o uso de um travesseiro volumoso atrás das costas pode ajudar para que você não se vire durante o sono e respire melhor.

Deixar a cabeça levemente elevada também pode ajudar a reduzir o ronco, pois isso deixa as vias aéreas mais abertas.

Outra estratégia que algumas pessoas usam é costurar uma bola de pano ou uma bola de tênis na parte de trás do seu pijama para que não se vire de costas durante a noite.

5. Manter o nariz limpo

Pessoas que respiram pela boca durante a noite têm maior tendência a roncar. Durante um resfriado ou alergia que causa congestão nasal, tente manter suas vias aéreas abertas usando remédios indicados por um médico como sprays descongestionantes nasais ou anti-histamínicos, por exemplo.

Manter as narinas limpas e descongestionadas ajuda a respirar pelo nariz ao dormir, o que evita o ronco.

A lavagem das passagens nasais com uma solução salina com o auxílio de um pote neti também pode ajudar a descongestionar as narinas.

Se for o caso, consulte um médico para diagnosticar por que o seu nariz está sempre congestionado e verificar o que pode ser feito a respeito.

6. Usar um dilatador nasal

Se você constantemente fica com o nariz entupido mesmo sem resfriado ou alergia, pode ser interessante usar tiras ou adesivos nasais que são colados sobre as narinas e que abrem as passagens nasais para ajudar a respirar melhor e roncar menos.

7. Dormir mais

Muitas pessoas roncam quando estão muito cansadas porque os músculos relaxam mais, o que aumenta o risco do ronco.

Ao deitar muito cansado para dormir, o corpo entra mais rapidamente no estado de sono profundo. Nesse estado, os músculos ficam muito mais relaxados do que no sono leve, podendo resultar em ronco.

Desta forma, é muito importante dormir cerca de 7 a 8 horas de sono por noite para que você não fique tão cansado para dormir na noite seguinte.

8. Praticar hábitos de boa higiene do sono

A higiene do sono é o nome que se dá a um conjunto de hábitos que ajudam a ter um sono de melhor qualidade.

Muitas vezes, o ronco ocorre porque as pessoas não dormem tanto ou tão bem como deveriam. Assim, aqueles que não têm um horário fixo para dormir, que dormem menos do que o necessário ou que usam aparelhos eletrônicos antes de dormir, por exemplo, podem apresentar ronco na hora de dormir.

Outras dicas de como parar de roncar

– Evite ficar desidratado

A desidratação pode deixar o muco eventualmente presente na garganta ou no nariz mais espesso do que normalmente seria, o que pode dificultar a passagem de ar e resultar no ronco. Assim, é indicado se hidratar bem para evitar esse tipo de problema, principalmente se você sofre de congestão nasal com frequência.

– Use um umidificador de ambiente

Deixar o quarto úmido ajuda a manter as vias nasais e a garganta úmidas, o que facilita a respiração durante a noite, evitando o ronco principalmente se o tempo estiver muito seco.

– Não exagere nas almofadas

Apesar de deixar a cabeça levemente elevada em relação ao resto do corpo poder ajudar um pouco a manter as vias nasais mais abertas, o uso de almofadas muito volumosas abaixo da cabeça pode fazer com que ela fique inclinada durante a noite. Isso pode pressionar o queixo contra a garganta e piorar o ronco. Desta forma, é importante que você escolha um travesseiro mais baixo para se deitar.

– Faça um diagnóstico com um especialista, se necessário

O ronco constante associado a outros sintomas como acordar muito durante a noite e se sentir extremamente cansado e sonolento durante o dia pode ser um sinal de apneia obstrutiva do sono, um distúrbio do sono que faz com que a pessoa pare de respirar momentaneamente durante a noite.

Nesses casos, é indicado procurar um especialista em sono para diagnosticar o problema e indicar o melhor tratamento, que pode incluir alterações de hábitos, perda de peso e o uso de aparelhos ou máscaras específicas para dormir.

– Corrija problemas estruturais

Em outros casos, o ronco pode ser um sintoma de problemas estruturais na boca, no nariz ou na garganta – como o desvio de septo que afeta o nariz, por exemplo – que precisam ser avaliados por um médico.

– Trate suas alergias

A presença de alergias crônicas pode reduzir o fluxo de ar pelo nariz, obrigando o indivíduo a respirar pela boca, o que aumenta a chance de você roncar durante a noite.

No caso de alergias a ácaros, por exemplo, é importante trocar a roupa de cama e lavar os travesseiros com frequência para evitar o acúmulo de alérgenos.

– Não ignore roncos constantes

Apesar de inofensivo na maioria dos casos, o ronco pode indicar um problema de saúde mais grave como a apneia do sono, por exemplo. Assim, a avaliação por um especialista é necessária, principalmente se isso está atrapalhando a sua qualidade de vida ou interferindo negativamente no sono do seu parceiro ou dos seus familiares.

O tratamento para reduzir o ronco ou até mesmo para distúrbios do sono é acessível e pode melhorar muito a sua vida e daqueles que te cercam.

Referências Adicionais:           

Seu parceiro ou as pessoas que dormem com você reclamam do seu ronco durante a noite? Pretende seguir essas dicas de como parar de roncar agora? Comente abaixo!

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Fluconazol – Para Que Serve, Como Tomar, Efeitos Colaterais e Dicas

Fluconazol

O fluconazol é um medicamento usado para tratar infecções causadas por fungos ou leveduras. O uso correto desse remédio é muito importante para garantir que a infecção seja eliminada de uma vez por todas.

Se o tratamento não for feito de acordo com a orientação médica, é bem provável que os sintomas desapareçam, mas que os micro-organismos continuem se proliferando no corpo, o que deve causar uma nova infecção.

Nesse artigo, trazemos informações sobre como tomar o fluconazol da forma correta, além de mostrar quais são os efeitos colaterais do medicamento.

Fluconazol

Conhecido também como diflucan em sua forma genérica, o fluconazol é um medicamento de uso oral comumente usado no tratamento de infecções causadas por fungos e leveduras.

O remédio pertence a uma classe de medicamentos conhecida como antifúngicos azólicos que impedem o crescimento de certos tipos de fungos.

Além da forma oral, ele também está disponível em forma injetável, que só pode ser aplicada por um profissional da saúde em um ambiente hospitalar.

Trata-se de um medicamento que só deve ser tomado quando prescrito por um médico para tratar infecções fúngicas e que atua bloqueando a capacidade dos fungos dos gêneros Candida e Cryptococcus de se reproduzirem. Eles ajudam não só a tratar, mas também a prevenir a infecção.

Para que serve

O fluconazol é um medicamento utilizado principalmente para prevenir e tratar a candidíase, condição de saúde em que o fungo Candida infecta o organismo. Alguns exemplos de candidíase incluem a infecção por levedura vaginal e a infecção por levedura oral, conhecida também como afta.

A candidíase, quando não tratada, pode infeccionar também outras partes do corpo como a garganta, o esôfago, os pulmões e o sangue.

Além de tratar infecções fúngicas orais, vaginais e esofágicas causadas pelo fungo Candida, o fluconazol também pode ser usada no tratamento de algumas infecções no trato urinário, pneumonia, peritonite e também na prevenção de infecções em pacientes com o sistema imune abalado devido ao tratamento com quimioterapia ou radiação.

Pessoas que passaram por cirurgias sérias como um transplante de medula óssea, por exemplo, podem tomar o fluconazol para prevenir o desenvolvimento de candidíase, já que o sistema imunológico desses pacientes tende a estar mais fragilizado após o transplante.

Ele também pode ser utilizado para tratar a meningite criptocócica, uma infecção causada pelo fungo Cryptococcus que afeta o cérebro ou a medula espinhal ou ambos.

Embora algumas pessoas pensem que o fluconazol é antibiótico, ele na verdade é um antifúngico. Antibióticos são usados para combater bactérias, enquanto antifúngicos servem para combater micro-organismos como fungos e leveduras.

Como tomar

Muitas pessoas têm dúvidas sobre como usar o fluconazol. O medicamento é usado por via oral com ou sem alimentos. Normalmente, ele é utilizado em dose única, sendo administrado uma única vez ao dia pela manhã.

O remédio pode ser usado na forma de comprimidos ou na forma de uma suspensão líquida. É importante medir a dose corretamente quando estiver usando a suspensão para não tomar uma dose menor ou maior do que a indicada na bula ou pelo seu médico.

A dose ideal depende da condição a ser tratada. No caso de crianças, o peso também deve ser levado em consideração. Normalmente, para crianças, a dose única não deve exceder 600 miligramas e em casos de bebês que precisam tomar o remédio, a dose pode ser dada a cada 2 ou 3 dias de acordo com a recomendação do profissional da saúde.

É importante tomar o fluconazol todos os dias no mesmo horário para manter um nível constante do remédio no organismo.

Também é fundamental tomar o remédio pelo tempo total indicado pelo médico, mesmo que os sintomas desapareçam antes. O tratamento por vários dias é importante para combater o fungo e evitar que ele volte a se proliferar.

Os comprimidos de fluconazol são encontrados geralmente em doses de 50, 150 e 200 miligramas. Já na suspensão oral, cada 5 mililitros do medicamento contêm 50 miligramas de fluconazol (10 miligramas por mililitro).

A dosagem do fluconazol costuma ser a seguinte:

  • Adultos devem tomar de 50 a 400 miligramas de fluconazol por dia por cerca de 2 semanas;
  • Crianças entre 6 meses e 13 anos de idade devem tomar de 6 a 12 miligramas de fluconazol por quilo de peso corporal durante 2 ou 3 semanas dependendo da condição a ser tratada;
  • Bebês com menos de 6 meses de vida devem tomar o fluconazol na dose determinada cautelosamente pelo médico.

Em casos de infecções esofágicas, a dose é mantida e o tratamento deve persistir por 3 semanas ou mais.

O tratamento de doenças mais graves como a meningite criptocócica pode precisar ser feito por 10 a 12 semanas.

No caso de candidíase vaginal, que é o problema mais comum, a dose única para adultos é de 150 miligramas por dia.

Existem versões de fluconazol para homem na forma de cremes ou pomadas que podem ser aplicados diretamente no órgão genital em caso de infecção. Nesse caso, é indicado aplicar o creme ou pomada 2 vezes ao dia por cerca de 1 a 3 semanas ou de acordo com orientações encontradas na bula do medicamento.

Efeitos colaterais

Quanto maior a dose de fluconazol, maior a chance de os efeitos colaterais abaixo serem constatados:

  • Diarreia;
  • Dor de cabeça;
  • Tontura;
  • Náusea;
  • Vômito;
  • Dor abdominal;
  • Alteração no paladar;
  • Dor de estômago;
  • Erupção cutânea grave.

Tais efeitos adversos costumam ser leves e desaparecem alguns dias ou poucas semanas após o início do tratamento. Se persistirem ou se tornarem mais graves, é recomendado relatar o problema ao seu médico para que a dose seja ajustada.

Efeitos adversos mais graves que precisam de auxílio médico imediato são mencionados a seguir.

  • Sinais de dano hepático:
  • Urina escura;
  • Fezes claras;
  • Náusea ou vômito intenso;
  • Coceira intensa na pele;
  • Amarelecimento da pele ou do branco dos olhos.
  • Sintomas de erupção cutânea grave que atinge pessoas com o sistema imune comprometido como aqueles que sofrem de AIDS ou câncer:
  • Erupção cutânea intensa;
  • Descamação na pele.
  • Sinais de Torsades de pointes, uma condição de saúde em que o ritmo cardíaco é alterado de forma a colocar a vida do paciente em risco:
  • Tontura;
  • Desmaio;
  • Convulsões;
  • Frequência cardíaca rápida e irregular;
  • Palpitações cardíacas.

Interações medicamentosas

O medicamento pode interagir com outros remédios, ervas medicinais ou vitaminas que o paciente estiver tomando. Tais interações podem prejudicar o tratamento e alterar a forma como os medicamentos, ervas ou vitaminas atuam no organismo.

Para evitar surpresas desagradáveis, avise seu médico sobre qualquer substância que esteja tomando antes de iniciar o tratamento com fluconazol.

Exemplos de remédios que não devem ser usados com o fluconazol são:

  • Terfenadina: usado em conjunto com o fluconazol em doses de 400 miligramas ou mais, a terfenadina pode alterar o ritmo cardíaco e causar a Torsades de pointes;
  • Pimozida, eritromicina, claritromicina, ranolazina, donepezila, voriconazol, lomitapida e quinidina: tais remédios também podem alterar o ritmo cardíaco, resultando em complicações de saúde.

O uso de fluconazol ao mesmo tempo que os medicamentos mencionados abaixo podem aumentar o risco de efeitos colaterais:

  • Antidiabéticos como a glibenclamida e a glipizida: tais medicamentos para o tratamento da diabetes podem ter seu risco de efeitos adversos aumentado, o que inclui redução dos níveis de açúcar no sangue causando sintomas como fraqueza, fome, suor, calafrios, tremores, batimento cardíaco acelerado e tontura.
  • Fenitoína: o uso ao mesmo tempo de ambos medicamentos pode resultar em problemas de coordenação, fala arrastada e confusão mental. É bem provável que o médico opte por reduzir a dose de fenitoína durante o tratamento com fluconazol.
  • Varfarina: o risco de efeitos adversos como a ocorrência de hematomas, hemorragias nasais e presença de sangue na urina ou nas fezes é maior quando o paciente também faz uso de fluconazol.
  • Ciclosporina, sirolimus e tacrolimus: efeitos colaterais como danos nos rins podem ser observados com maior facilidade durante o uso de fluconazol. Geralmente, a dose de tais medicamentos dever ser diminuída ou seu uso deve ser interrompido durante a administração de fluconazol.
  • Zidovudina: efeitos adversos como dor de cabeça, perda de apetite, cansaço, náusea e vômito podem ser exacerbados.
  • Teofilina: o uso ao mesmo tempo com o fluconazol pode resultar em dor de cabeça, cãibras musculares, pressão arterial baixa e convulsões.
  • Carbamazepina: efeitos colaterais como náusea, vômito, baixa contagem de células sanguíneas, instabilidade, insuficiência cardíaca, erupção cutânea grave e insuficiência hepática podem ser observados ao usar ambos medicamentos em um mesmo período de tempo.
  • Medicamentos para a dor: remédios como a metadona e o fentanil que atuam contra a dor podem causar efeitos colaterais mais intenso quando o paciente também toma fluconazol. Tais efeitos podem incluir sonolência, respiração mais lenta e confusão mental.

Outros cuidados e dicas

Crianças com porfiria não devem utilizar esse medicamento. Além disso, o uso de fluconazol na gravidez não é indicado pois ele pode prejudicar o desenvolvimento do feto. Já durante a amamentação, a mulher pode usar o remédio desde que sob acompanhamento médico.

O fluconazol pode resultar em insuficiência hepática. Desta forma, o médico deve solicitar exames de função hepática para verificar se o medicamento está danificando o fígado durante o tratamento. Geralmente, a insuficiência hepática é revertida assim que o paciente para de tomar o remédio.

O remédio pode causar algumas erupções cutâneas. Nesses casos, é indicado interromper o uso imediatamente e procurar um médico, pois isso pode ser um sinal de reação alérgica grave.

O fluconazol também pode afetar o ritmo natural das batidas do coração. Ao notar qualquer alteração na frequência cardíaca, é importante procurar orientação médica, principalmente se você já sofre de algum problema cardíaco ou se faz uso de medicamentos antidepressivos ou antipsicóticos ou se apresenta deficiência em potássio.

O uso de fluconazol deve ser feito com cautela, já que se trata de um medicamento usado no tratamento de infecções fúngicas sérias. Dessa forma, nunca se automedique e sempre procure uma opinião médica para iniciar o tratamento adequado com segurança.

Referências Adicionais:

Você já teve o fluconazol prescrito por conta de alguma infecção fúngica? Como foi o tratamento? Funcionou? Comente abaixo!

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